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ISSN 2195-3171





Göttinger Predigten im Internet hg. von U. Nembach

3º Domingo após Epifania, 24.01.2010

Predigt zu Salmo 19:1-6, verfasst von Lindolfo Pieper

 

CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO?

Certa vez o cientista inglês, Sir Isaac Newton, mandou um mecânico fazer-lhe uma reprodução do sistema solar. A obra ficou tão perfeita que atraía a atenção de todos que a viam. Com o mexer de algumas alavancas, os astros moviam-se em torno de si mesmo e do sol, numa proporção semelhante àquela em que os planetas do sistema solar se movem.

Certo dia Newton recebeu a visita de um outro cientista, que ridicularizava a religião cristã. Quando ele viu a máquina, perguntou admirado quem a tinha feito. Newton, sem levantar a cabeça, respondeu: "Ninguém, ela apareceu por si, é obra do acaso". O incrédulo, irritado, insistiu: "Você acha que eu seria capaz de acreditar numa coisa dessas, que essa obra de arte tenha surgido por si mesma?"

Newton então se levantou e, colocando a mão sobre o ombro do colega, disse: "Esta máquina é uma fraca imitação de um sistema infinitamente superior, cujas leis você conhece muito bem. Se você insiste em dizer que alguém deve de ter feito esta máquina, como você ousa negar que exista alguém que criou o original? Se esta máquina deve de ter um fabricante, o original também o deve. Você não acha?" O incrédulo teve que concordar, dizendo que sim.

Histórias como esta mostra claramente que Deus existe. O mundo não é obra do acaso, mas é obra de Deus. É o que diz a Palavra de Deus. A Bíblia, já no primeiro versículo, nos diz que "no princípio Deus criou os céus e a terra". E no Salmo 19 aprendemos que "os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos".

O mundo procura negar a existência de Deus dizendo que tudo surgiu por acaso. A teoria mais aceita hoje é a do Big-Bang, ou seja, da grande explosão. Segundo essa teoria, o mundo surgiu da explosão de uma pequena bola de fogo, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, dando origem ao que conhecemos hoje: água, planta, animais, montanhas e rios.

O curioso de tudo é que de uma bola de fogo tenha surgido vida, tanto humana como animal, pois como sabemos o fogo não produz nada, apenas destrói, consome, queima e derrete.

Recentemente cientistas do mundo inteiro procuraram reproduzir a experiência do Big-Bang num grande laboratório, gastando uma grande soma de dinheiro. O resultado foi que houve uma grande explosão e tudo foi pelo espaço, deixando todo mundo frustrado - o que mostra que a teoria do Big-Bang é uma grande besteira, que não pode ser comprovada cientificamente.

Porém, apesar de tudo, o homem continua dizendo que tudo surgiu por si. Segundo a teoria da evolução, ensinada hoje em quase todas as escolas, o homem veio de uma série de evoluções, como: bactérias, micróbios, peixes, anfíbios, répteis, pássaros, mamíferos até chegar ao homem.

Dizem que houve um tempo em que o animal não tinha olhos. Casualmente uma mancha, parecida com uma sarna, apareceu na sua testa. O sol bateu nessa mancha, o animalzinho começou a gostar, se virou para o sol, que começou a irritar a mancha, fazendo surgir por encanto naquele lugar o olho! Era um só, o outro viria surgir pelo mesmo processo.

Houve um tempo em que o animal não tinha pernas, mas precisava delas para se locomover. O animal começou a se mexer até que surgiu por encanto uma saliência na barriga. O animal logo descobriu que a podia usar para se locomover, e foi se mexendo, se mexendo, até que a perna se desenvolveu por completo. A outra perna, assim como o olho, saiu pelo mesmo processo e no lugar próprio.

E assim surgiram todas as partes do corpo humano, como a boca, o nariz, a orelha, o braço, a perna, a mão e o pé.

Ensinam ainda que tudo vem por um processo natural, que os mais fortes vão sobrevivendo enquanto os mais fracos desaparecem. Por exemplo:

A questão do pelo. Se o homem veio do macaco, onde ficou o pelo dele? A explicação é simples: ora, desde que não podia explicar tal perda racionalmente, o evolucionismo atribui o fato à escolha dos machos pelas fêmeas. Afirma que isso se deve à preferência da mulher pelos homens menos cabeludo ou peludo. Alguém, comentando a respeito, fez uma ironia, dizendo: "Será que é por essa razão que a canção carnavalesca ensina que é dos carecas que elas gostam mais?"

O pescoço da girafa. Se todos os animais tiveram um ancestral comum, como explicar o prolongamento do pescoço da girafa? Houve um tempo em que a girafa tinha o pescoço curto como a zebra, mas veio uma grande seca, em que a pastagem rasteira desapareceu, e os animais tiveram que apelar para as folhas das árvores, e assim o pescoço da girafa foi se esticando. E os outros animais, o que fizeram? Se de fato fosse assim, hoje só teríamos girafas no mundo, pois todos os outros animais teriam desaparecido, morrido de fome.

A cauda do macaco. Se o homem veio do macaco, onde ficou a cauda? Os evolucionistas explicam que a cauda do macaco serve para ele se pendurar nas árvores. Mas como o homem deixou de subir em árvores, a cauda que ele tinha foi se atrofiando, até desaparecer completamente, ficando cotó. Se realmente fosse assim, por que os outros animais, como a vaca, o cachorro, o porco e o cavalo não perderam a cauda, uma vez que eles não sobem em árvores?

Assim a teoria da evolução procura explicar todas as coisas, cometendo as maiores das barbaridades, absurdos e contradições, expondo os seus defensores ao ridículo, o que tem levado muitos cientistas sinceros a abandonar tais ensinamentos.

Vejamos agora algumas contradições dessa teoria.

Lei da genética. Quando surgiu a teoria da evolução não se conhecia uma lei fundamental da genética, de que coisas adquiridas não se herdam. Isto é: o pai não pode transmitir ao filho o que ele adquiriu na vida. O filho de um cientista não nasce doutor, nem de um jogador de futebol um craque. Ele pode ter o dom natural do pai, mas se quiser ser o que o seu pai é, tem que aprender. O cientista alemão, Augusto Wiseman, por exemplo, cortou a cauda de vinte e duas gerações de ratos, uma após outra. Mas os bichinhos, apesar da dor, diz ele, teimavam em nascer sempre de novo com o rabo!

Transpondo isso para a evolução, temos:

Se a girafa tivesse vindo realmente da zebra, os filhotes da girafa nasceriam zebras, pois o prolongamento do seu pescoço foi uma coisa adquirida.

Se o homem tivesse vindo do macaco, os nossos filhos nasceriam macaquinhos, com rabo, pelos e unhas compridos, com cara de chimpanzé.

Se o homem tivesse vindo realmente de uma seqüência de evoluções (micróbios, peixes, anfíbios...), hoje não teríamos homens sobre a terra, nem macacos, nem pássaros, lagartos, sapos ou peixes, mas sim bactérias e micróbios... a não ser que os micróbios ainda hoje continuassem a ser transformar em gente.

Lei da continuidade e seqüência. Segundo essa lei, tudo o que uma vez aconteceu continua acontecendo, a não ser que uma força de fora interrompa o seu curso. Isso quer dizer que se alguma vez o micróbio virou peixe e o macaco virou homem, então ainda hoje o macaco estaria virando homem e lá no mato haveria uma porção de macacos-homens querendo subir em árvores sem conseguir, pois estariam se transformando em seres humanos; e lá na praia haveria uma porção de microbiozinhos se aquecendo no sol e se remexendo na praia a fim de ganhar olhos e pernas.

Volta e meia ouvimos a imprensa anunciar que os cientistas descobriram algum animal pré-histórico. Pegam alguns pedaços de ossos de algum animal que foi soterrado, ajuntam esses pedaços e completam o restante com durepoxi, dando-lhe a forma de um dinossauro e dizem que esse bicho viveu há duzentos ou trezentos milhões de anos atrás.

Como é que eles sabem que esse animal viveu tantos milhões de anos atrás? Qual o critério que eles usam para dizer isso? Não existe nenhum critério, é tudo invenção, palpite ou chute.

Tempos atrás um arqueólogo encontrou o esqueleto de um animal no Rio Grande do Sul e logo saiu dizendo que o mesmo tinha duzentos milhões de anos. Quando foi perguntado como é que ele chegou a essa conclusão, ele disse que foi comparando com outros animais que ele viu no museu.

Esse é o critério: cada um vai dando ao animal que ele encontrou tantos anos que ele quiser. Acredite quem quiser, mesmo que o bicho tenha apenas alguns anos.

A rigor, não existe nenhum método confiável para calcular algum objeto que tenha mais de mil anos. Se isso fosse possível, já teriam calculado a idade do Santo Sudário, o suposto manto que envolveu a Cristo, que se encontra em Turim, Itália.

Três institutos de pesquisas, os mais avançados do mundo (Universidade de Oxford, Paris, Universidade do Arizona, EUA, e o ETH Zürich, Suíça), procuraram calcular a idade desse manto, e não conseguiram chegar a um consenso. Um disse que o tecido tinha mil e duzentos e sessenta anos de idade, outro disse que tinha mil e trezentos anos de idade e outro disse que tinha mil e trezentos e noventa anos de idade.

Uma coisa aparentemente recente, com menos de dois mil anos de idade, mesmo assim não conseguem calcular a sua idade. Se não conseguem calcular a idade de um objeto que tem menos de dois mil anos de idade, como vão calcular uma coisa que tem milhões de anos, segundo afirmam?!

Pois nós, pela Bíblia, sabemos quantos anos têm esses animais pré-históricos, chamados dinossauros: eles têm menos de sete mil anos de idade, que é aproximadamente a idade da terra. Esses animais morreram afogados nas águas do dilúvio, que, devido ao seu tamanho Deus achou melhor deixar de fora, pois ia ocupar um espaço muito grande na arca.

Quando examinamos a teoria da evolução, achamos graça das tolices dos seus defensores, que, chamando-se de cientistas, acreditam em coisas tão ridículas que nos provocam risos. Perguntamos: Por que essa loucura? Não querem ser eles os sábios? Encontramos a resposta em Romanos 1: já que não querem reconhecer a existência de Deus nem o glorificar, Deus entregou tais pessoas a uma disposição mental reprovável para que o mundo pudesse ver como são tolos os que negam a existência de Deus.

Nós não precisamos ter medo da ciência, nem nos envergonhar da Bíblia. A Bíblia não é um livro de ciência. Ela não foi escrita para transmitir conhecimentos científicos, mas para nos mostrar o caminho da salvação.

A Bíblia, embora não seja um livro de ciência, sempre quando trás relatos sobre assuntos científicos, como geografia, história, ciência e arqueologia, nunca erra.

Por isso é preferível acreditar na Bíblia, que fala que o mundo foi criado por Deus em seis dias, do que acreditar que o mesmo veio a existir por acaso, através de milhões de anos de evolução. É preferível acreditar na Bíblia, que diz que Deus criou o homem a sua imagem, do que acreditar que o homem veio do macaco, o qual não fala, não raciocina e nem tem sentimentos como o homem têm. É preferível acreditar na Bíblia, que diz que o homem tem uma alma imortal do que acreditar que o homem é como um animal que, quando morre, acaba tudo. É preferível acreditar na Bíblia, que é a palavra infalível de Deus do que acreditar nos ensinamentos dos homens.

É preferível acreditar na Bíblia, mesmo não entendendo tudo o que ela diz, do que acreditar em homens, pois...

Só a Bíblia pode nos apontar o caminho para o céu. Só a Bíblia pode operar a fé no nosso coração. Só a Bíblia pode nos conservar na fé em Cristo. Só a Bíblia pode nos consolar quando estamos tristes. Só a Bíblia pode nos confortar quando estamos diante da morte. Só a Bíblia pode nos garantir que os mortos em Cristo ressuscitarão e que há um feliz reencontro no céu.

Por isso, mesmo que o mundo zombe de nós e diga que somos tolos em acreditar naquilo que a Bíblia diz, nós continuamos a acreditar na Bíblia, pois ela é a palavra de Deus que nos diz donde viemos e para onde vamos: fomos criados por Deus e estamos a caminho dos céus. Amém.

 



Lindolfo Pieper
Jaru, RO – Brasil
E-Mail: piperlin@uol.com.br

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