{"id":10115,"date":"2021-02-07T19:49:36","date_gmt":"2021-02-07T19:49:36","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=10115"},"modified":"2022-10-06T14:36:41","modified_gmt":"2022-10-06T12:36:41","slug":"lucas-17-1-10","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/lucas-17-1-10\/","title":{"rendered":"Lucas 17.1-10"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\">Lucas 17.1-10:<br \/>\n<em>1 \u2013 Disse Jesus a Seus disc\u00edpulos: \u00c9 inevit\u00e1vel<br \/>\nque venham esc\u00e2ndalos, mas ai do homem pelo qual eles v\u00eam!<br \/>\n2 \u2013 Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pesco\u00e7o uma<br \/>\npedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer trope\u00e7ar<br \/>\na um destes pequeninos.<br \/>\n3 \u2013 Acautelai-vos. Se teu irm\u00e3o pecar contra ti, repreende-o;<br \/>\nse ele se arrepender, perdoa-lhe.<br \/>\n4 \u2013 Se, por sete vezes ao dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier<br \/>\nter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe.<br \/>\n5 \u2013 Ent\u00e3o, disseram os ap\u00f3stolos ao Senhor: Aumenta-nos<br \/>\na f\u00e9.<br \/>\n6 \u2013 Respondeu-lhes Jesus: Se tiverdes f\u00e9 como um gr\u00e3o<br \/>\nde mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar;<br \/>\ne ela vos obedecer\u00e1.<br \/>\n7 \u2013 Qual de v\u00f3s, tendo um servo ocupado na lavoura ou em<br \/>\nguardar o gado, lhe dir\u00e1 quando ele voltar do campo: Vem j\u00e1<br \/>\ne p\u00f5e-te \u00e0 mesa?<br \/>\n8 \u2013 E que , antes, n\u00e3o lhe diga: Prepara-me a ceia, cinge-te<br \/>\ne serve-me, enquanto eu como e bebo; depois comer\u00e1s tu e beber\u00e1s?<br \/>\n9 \u2013 Porventura ter\u00e1 de agradecer ao servo porque este fez<br \/>\no que lhe havia ordenado?<br \/>\n10 \u2013 Assim tamb\u00e9m v\u00f3s, depois de haverdes feito quanto<br \/>\nvos foi ordenado, dizei: Somos servos in\u00fateis, porque fizemos apenas<br \/>\no que dev\u00edamos fazer.<\/em><\/p>\n<p>Somos gratos a Deus por um evento em nosso meio crist\u00e3o, a comemora\u00e7\u00e3o<br \/>\ndo anivers\u00e1rio da nossa filha, na ch\u00e1cara de nossos amigos,<br \/>\ncom aproximadamente 100 pessoas. Alegraram-nos coment\u00e1rios de convidados:<br \/>\n\u201cImpressionou-nos &#8230;o respeito e a sobriedade\u201d, \u201c&#8230;o<br \/>\namor e carinho entre todos e conosco\u201d, \u201c&#8230;a singeleza e o<br \/>\nambiente saud\u00e1vel\u201d, \u201c&#8230;a harmonia e uni\u00e3o de<br \/>\nvoc\u00eas\u201d etc. Festa sem esc\u00e2ndalo. Raridade&#8230;<br \/>\nAs pessoas dentro e fora da igreja precisam de exemplos de amizade despretensiosa,<br \/>\npalavra confi\u00e1vel, atitude honesta e de todas as t\u00e3o ben\u00e9ficas<br \/>\nvirtudes que somente Deus pode dar e concede a quem Nele confia. Sejamos,<br \/>\npois, testemunhas vivas e vitais do bendito Salvador!<\/p>\n<p>No Reino Eterno de Cristo Jesus j\u00e1 h\u00e1 incont\u00e1veis<br \/>\ncidad\u00e3os, a serem mantidos firmes e fi\u00e9is, e Ele quer incluir<br \/>\ne integrar ainda muitos mais. Raz\u00e3o por que Ele, no texto b\u00edblico<br \/>\nacima, inicia falando, com extrema seriedade, exatamente da complicada<br \/>\nquest\u00e3o do \u201cesc\u00e2ndalo\u201d.<\/p>\n<p>Esc\u00e2ndalo \u00e9 tanto ato ou pronunciamento prejudicial como<br \/>\nomiss\u00e3o da boa a\u00e7\u00e3o ou palavra, \u00e9 mau exemplo<br \/>\nde um ou mais cidad\u00e3os do Reino de Deus perante outros bem como<br \/>\ndiante dos (ainda ou novamente) fora do Reino.<br \/>\nO esc\u00e2ndalo prejudica mais fortemente crist\u00e3os inexperientes<br \/>\nna f\u00e9 \u2013 e oculta a diferen\u00e7a entre eles e os n\u00e3o<br \/>\ncrist\u00e3os. O assunto \u00e9 s\u00e9rio a ponto de o Cristo afirmar<br \/>\nque melhor seria para o escandaloso pendurar-se-lhe uma pedra de moinho<br \/>\nno pesco\u00e7o e atir\u00e1-lo no mar (Leia-se a advert\u00eancia<br \/>\nfeita pelo Senhor em Lucas 12.35-48). Portanto, o lema para a pessoa crist\u00e3<br \/>\nseja:<\/p>\n<p>N\u00e3o induza nem provoque seu irm\u00e3o, sua irm\u00e3, ao pecado,<br \/>\na descrer da Palavra de Deus! Voc\u00ea, como todo e qualquer crente,<br \/>\nn\u00e3o tem m\u00e9rito algum na sua salva\u00e7\u00e3o. Mas<br \/>\nquer ser salvo. Ent\u00e3o evite desviar outros da f\u00e9 ou barrar-lhes<br \/>\no Caminho \u00e0 f\u00e9 e lev\u00e1-los \u00e0 condena\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSen\u00e3o o Senhor declarar\u00e1 que voc\u00ea, resistindo impenitente,<br \/>\nse auto-excluiu do Reino dos c\u00e9us. Abandone o mau passado!<\/p>\n<p>No Reino de Deus, tamb\u00e9m h\u00e1 \u201cculpa coletiva\u201d,<br \/>\nque pode levar \u00e0 puni\u00e7\u00e3o e at\u00e9 \u00e0 condena\u00e7\u00e3o<br \/>\ncoletiva! Ap\u00f3s convertidos a Cristo, tendo j\u00e1 recebido o<br \/>\ndom da vida eterna (J\u00f4 3.36), voltamos a ser parte indistinta da<br \/>\natual sociedade? Estamos infestados pelos v\u00edrus da pedagogia secular,<br \/>\nda m\u00eddia mundana, de filosofias, ideologias, religi\u00f5es pag\u00e3s,<br \/>\ntodas bem aceitas pelos desejos de cora\u00e7\u00f5es impuros? Apoiamos,<br \/>\nindividual e\/ou coletivamente, o erro, o mal? Radicou-se em n\u00f3s<br \/>\nnovamente o pecado? Praticamos e aprovamos o mesmo? Ent\u00e3o \u00e9<br \/>\npreciso ler Rm 1.18 &#8211; 2.16 e retornar ao Verdadeiro, antes que seja tarde<br \/>\ndemais! Culpados pela condena\u00e7\u00e3o do nosso pr\u00f3ximo,<br \/>\nimpenitentes eu e voc\u00ea, como ficar\u00edamos e aonde ir\u00edamos?!<\/p>\n<p>Cuidado, n\u00e3o resistamos ao Santo Esp\u00edrito, que quer subjugar<br \/>\nem n\u00f3s o \u00edmpeto do pecado. Ao percebermos que por meio de<br \/>\nalgo, feito ou omitido, dito ou silenciado, enfraquecer\u00edamos ou<br \/>\ndestruir\u00edamos a f\u00e9 no cora\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m,<br \/>\ncomo em nosso pr\u00f3prio \u2013 digamos decididos: N\u00e3o! Fica<br \/>\na ressalva, com toda a seriedade, descrita 1Jo 2.1-6.<br \/>\nProsseguindo na reflex\u00e3o, vejamos alguns maus exemplos a serem<br \/>\nevitados e combatidos:<br \/>\n&#8211; Seguir mensageiros que proclamam bem-estar temporal \u2013 em detrimento<br \/>\nda salva\u00e7\u00e3o eterna.<\/p>\n<p>&#8211; Rebelar-nos contra os pais, os mestres, o governo, a clara Palavra de<br \/>\nDeus, enfim.<br \/>\n&#8211; Conduzir o ve\u00edculo no tr\u00e1fego de todos como se f\u00f4ssemos<br \/>\ndonos e exclusivos usu\u00e1rios da via p\u00fablica, menosprezando<br \/>\na pr\u00f3pria vida e a de outrem; ou irar-nos contra os infratores!<br \/>\n&#8211; Fumar; comer e beber excessiva ou incorretamente; usar drogas de efeitos<br \/>\nnocivos, at\u00e9 contra melhor saber; desprezar, em geral, a temperan\u00e7a;<br \/>\nfavorecer ou tolerar tais males.<br \/>\n&#8211; Praticar ou aprovar sexo individual ou rela\u00e7\u00e3o sexual,<br \/>\ninfringindo a expressa proibi\u00e7\u00e3o de Deus. Permitida \u00e9<br \/>\na rela\u00e7\u00e3o sexual somente entre um homem e uma mulher em<br \/>\nsua pr\u00f3pria vida conjugal, constitu\u00edda segundo a vontade<br \/>\nde Deus. A subvers\u00e3o da Lei de Deus destr\u00f3i o necess\u00e1rio<br \/>\ndiscernimento para respeitar a si e outras pessoas, constituir fam\u00edlia<br \/>\ne nela viver dignamente.<\/p>\n<p>&#8211; Aproveitar-nos de situa\u00e7\u00f5es comerciais, n\u00e3o importando<br \/>\nse a outra parte sofre danos; poluir; esbanjar; destruir flora e fauna,<br \/>\ndegradar o ambiente de vida individual e coletiva.<br \/>\nS\u00e3o pecados, em parte j\u00e1 t\u00e3o habituais que se ouve,<br \/>\ntamb\u00e9m entre crist\u00e3os, por exemplo: \u201cCuidado naquele<br \/>\ntrecho, que tem \u2018pardal\u2019 (significa, no DF, fiscaliza\u00e7\u00e3o<br \/>\neletr\u00f4nica da velocidade veicular)!\u201d<\/p>\n<p>Mas Jesus n\u00e3o se restringe a advertir os que causam esc\u00e2ndalo.<br \/>\nDirige-se tamb\u00e9m ao crist\u00e3o escandalizado com o mau exemplo<br \/>\nde outro: Cuidado! Algu\u00e9m da igreja pecou? repreenda-o; e se ele<br \/>\nse arrepender, perdoe-lhe; voc\u00ea foi ofendido pelo erro dele? n\u00e3o<br \/>\nse ap\u00f3ie nisso para cair no mesmo erro ou se desculpar com outro<br \/>\npecado porque \u201ceste crist\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9<br \/>\nmelhor\u201d. Permanecer zangado com quem errou, tamb\u00e9m n\u00e3o<br \/>\n\u00e9 solu\u00e7\u00e3o que Deus aceite. Se Deus agir assim conosco,<br \/>\naonde iremos? aos c\u00e9us? com certeza, n\u00e3o!<\/p>\n<p>\u00c9 imprescind\u00edvel vivermos conscientes de que a igreja de<br \/>\nDeus se comp\u00f5e, sem exce\u00e7\u00e3o, de pecadores, que vivem<br \/>\nda gra\u00e7a de Deus, do perd\u00e3o por causa da obedi\u00eancia<br \/>\nperfeita e do sacrif\u00edcio substitutivo do Cristo, e de que este<br \/>\nCristo ressuscitou vitorioso e \u00e9 o nosso Senhor!<\/p>\n<p>Evitemos a hipocrisia, santidade fingida, porque n\u00e3o fundada pelo<br \/>\nEvangelho no cora\u00e7\u00e3o e, por isso, de fato, ausente no dia-a-dia.<br \/>\nReflitamos o amor aut\u00eantico do nosso Senhor por n\u00f3s todo<br \/>\no tempo. Olhemos fixamente para Jesus, o Mediador entre Deus e os homens,<br \/>\nentre crist\u00e3os e diante de n\u00e3o crist\u00e3os, orando e<br \/>\nagindo para que tamb\u00e9m estes creiam no Salvador e vivam.<\/p>\n<p>Quem menosprezar isso, corre risco de se excluir da conviv\u00eancia<br \/>\ndos crist\u00e3os. Pois estar\u00e1 continuamente em busca de escusas<br \/>\npara o pr\u00f3prio mau exemplo \u2013 ou se sentir\u00e1 t\u00e3o<br \/>\n\u201csanto\u201d que sair\u00e1 \u00e0 ca\u00e7a de uma igreja<br \/>\n\u201cmais consagrada\u201d. Por\u00e9m nunca a encontrar\u00e1,<br \/>\npois em todas h\u00e1 pecadores como eu e voc\u00ea: sem m\u00e9rito<br \/>\nnem dignidade pr\u00f3pria, salvos unicamente devido \u00e0 dignidade<br \/>\ne ao m\u00e9rito, \u00e0 justi\u00e7a e santidade de Deus, que Ele<br \/>\nnos atribui em nome de Jesus.<\/p>\n<p>O Seu amor nos mova a sempre de novo nos reconciliarmos. Diga-se cada<br \/>\num: Vendo sempre o meu Salvador e Senhor em primeiro plano, tamb\u00e9m<br \/>\nentre mim e quem me ofendeu, estarei sempre pronto a perdoar a meu irm\u00e3o,<br \/>\na minha irm\u00e3 \u2013 em Cristo! Porque eu n\u00e3o sou menos<br \/>\npecador nem estou mais \u201cem Cristo\u201d do que qualquer outro que<br \/>\nconfia Nele. &#8211; E verificarei se eu pr\u00f3prio n\u00e3o sou tamb\u00e9m<br \/>\nculpado de que aquela pessoa me ofendeu. Talvez fui desatento e provoquei<br \/>\na ofensa ou induzi a ela. Ent\u00e3o, eu tamb\u00e9m pedirei perd\u00e3o!<\/p>\n<p>Jesus observa cada pessoa, individualmente, para coloc\u00e1-la no caminho<br \/>\nda salva\u00e7\u00e3o e a\u00ed mant\u00ea-la, com seguran\u00e7a.<br \/>\nPor amor, Ele observa a voc\u00ea e a mim e a todos os Seus. Somos Seus<br \/>\nsalvos e Seus servos! Confiemos Nele. E cres\u00e7amos no prop\u00f3sito,<br \/>\nno amor e na paci\u00eancia de Jesus.<\/p>\n<p>Supliquemos, como os ap\u00f3stolos, ao Senhor: \u201cAumenta-nos a<br \/>\nf\u00e9! Convivendo como o Teu corpo, temos vacilado, at\u00e9 nos<br \/>\ndesviado por incont\u00e1veis vezes do Teu Novo Mandamento de nos amarmos<br \/>\nuns aos outros assim como Tu nos amaste. N\u00e3o temos sempre confiado<br \/>\nque, por causa da Tua obra, para n\u00f3s tudo est\u00e1 bem e nenhuma<br \/>\nofensa nos poder\u00e1 desencaminhar. Ajuda-nos ver que, ofendidos,<br \/>\ntemos motivo para chamar o pecador ao arrependimento, para ent\u00e3o<br \/>\nproclamar a ele o perd\u00e3o, que vem de Deus e se estende por meio<br \/>\nde n\u00f3s no amor incondicional ao pr\u00f3ximo\u201d.<\/p>\n<p>Jesus diz aos ap\u00f3stolos que se tiverem f\u00e9 como um gr\u00e3o<br \/>\nde mostarda, ou seja, um m\u00ednimo de f\u00e9, os resultados ser\u00e3o<br \/>\nsurpreendentes; j\u00e1 a pequena f\u00e9 bastar\u00e1 para uma<br \/>\namoreira, arraigada profundamente, lhes obede\u00e7a arrancando-se do<br \/>\nsolo e transplantando-se ao mar. A natureza humana rebelde arraigada em<br \/>\nn\u00f3s \u00e9 tal \u201camoreira\u201d, que deve ser arrancada<br \/>\ne lan\u00e7ada no mar e morrer, a fim de que vivamos para Deus.<br \/>\nCrer \u00e9 confiar, \u00e9 deixar Jesus fazer, guardar-nos de erro<br \/>\ne perdi\u00e7\u00e3o por causa da maldita raiz original. A \u201cnossa\u201d<br \/>\nordem \u00e0 \u201camoreira\u201d resulta da confian\u00e7a em Cristo:<br \/>\nO que abandonamos e o que a seguir praticamos, por crermos em Cristo,<br \/>\nn\u00e3o \u00e9, em verdade, ato nosso, mas obra de Jesus. Pois a<br \/>\nf\u00e9 n\u00e3o \u00e9 um estado de \u00e2nimo ou esp\u00edrito<br \/>\nnem poder nosso, mas \u00e9 a confian\u00e7a no Senhor de todos e<br \/>\ntudo. Se cremos Nele, Ele j\u00e1 assumiu o comando e nos conduz, age<br \/>\nem n\u00f3s e por meio de n\u00f3s, livra-nos do maligno e mant\u00e9m-nos<br \/>\no bem. Ef\u00e9sios 2.8-10!<\/p>\n<p>Como tantas vezes, o Senhor admoesta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0<br \/>\nsoberba, a ser combatida diante Dele, em n\u00f3s e entre n\u00f3s.<br \/>\nNa compara\u00e7\u00e3o com aquele senhor e seu servo, Ele mostra<br \/>\nque estamos diante do Senhor, Criador e Mantenedor de c\u00e9us e terra,<br \/>\ndependentes, totalmente, da Sua gra\u00e7a e do Seu amor, da Sua miseric\u00f3rdia<br \/>\ne provid\u00eancia!<br \/>\nEu e voc\u00ea somos convidados a confiar, com todas as conseq\u00fc\u00eancias:<br \/>\n\u201c&#8230;Deus me criou, me deu corpo e alma, raz\u00e3o e todos os<br \/>\nsentidos, e ainda os conserva; d\u00e1-me tamb\u00e9m sustento e abrigo,<br \/>\nfam\u00edlia e todos os bens; protege-me e guarda-me de todo o mal \u2013<br \/>\nunicamente por sua paterna e divina bondade e miseric\u00f3rdia. Pelo<br \/>\nque eu lhe devo gratid\u00e3o e louvor, servi\u00e7o e obedi\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>Todavia, n\u00e3o somente os bens temporais me s\u00e3o dados e mantidos.<br \/>\nReconhe\u00e7o, pela f\u00e9, antes de tudo o bem excelso, para mim<br \/>\nprovidenciado: O Filho de Deus \u201cme remiu a mim, homem perdido e<br \/>\ncondenado, me resgatou e salvou de todos os pecados, da morte e do poder<br \/>\ndo diabo &#8230; com seu santo e precioso sangue e sua inocente paix\u00e3o<br \/>\ne morte \u2013 para que eu lhe perten\u00e7a e viva submisso a Ele<br \/>\nem Seu Reino e O sirva em eterna justi\u00e7a, inoc\u00eancia e bem-aventuran\u00e7a,<br \/>\nassim como Ele ressuscitou dos mortos, vive e reina para sempre\u201d.<\/p>\n<p>O Senhor Jesus nos instrui: \u201cAssim tamb\u00e9m v\u00f3s, depois<br \/>\nde haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos in\u00fateis,<br \/>\nporque fizemos apenas o que dev\u00edamos fazer.\u201d<br \/>\n\u201cN\u00f3s somos mendigos &#8230;\u201d \u2013 confessou, ap\u00f3s<br \/>\nintenso e mui \u00e1rduo trabalho, j\u00e1 ao fim da vida terrena,<br \/>\no Reformador Martinho Lutero, tendo sido admirado, invejado, odiado e<br \/>\nperseguido por causa do Evangelho da Salva\u00e7\u00e3o em Cristo<br \/>\nJesus, que ele creu, ensinou e confessou.<\/p>\n<p>A Ti damos gra\u00e7as, \u00f3 Deus. Pois tudo o que presta em nossas<br \/>\nvidas recebemos de Ti &#8211; para Te servirmos fiel e espontaneamente, em nosso<br \/>\npr\u00f3ximo, at\u00e9 o fim. Entretanto, imperfeitos ainda, perdoa-nos<br \/>\nlacunas e falhas de confian\u00e7a e servi\u00e7o, de f\u00e9 em<br \/>\nTeu poder e obedi\u00eancia a Teu mando \u2013 Confiamos na Tua bondade,<br \/>\nmiseric\u00f3rdia e gra\u00e7a. Por Teu amor guarda-nos junto de Ti<br \/>\nat\u00e9 o fim. Ressuscita-nos e leva-nos a participarmos da Tua Ceia<br \/>\ncelestial. Am\u00e9m.<\/p>\n<p align=\"left\"><strong>Pastor Adolpho Schimidt<br \/>\nIgreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil<br \/>\nBras\u00edlia \u2013 DF &#8211; BRASIL<br \/>\n<a href=\"mailto:adolphoschimidt@hotmail.com\">adolphoschimidt@hotmail.com<\/a><\/p>\n<p><a href=\"mailto:adolphoschimidt2003@yahoo.com.br\">adolphoschimidt2003@yahoo.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lucas 17.1-10: 1 \u2013 Disse Jesus a Seus disc\u00edpulos: \u00c9 inevit\u00e1vel que venham esc\u00e2ndalos, mas ai do homem pelo qual eles v\u00eam! 2 \u2013 Melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pesco\u00e7o uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer trope\u00e7ar a um destes pequeninos. 3 \u2013 Acautelai-vos. Se teu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8543,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38,727,108,603,3,112,109],"tags":[],"beitragende":[],"predigtform":[],"predigtreihe":[],"bibelstelle":[],"class_list":["post-10115","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lukas","category-archiv","category-current","category-kapitel-17-chapter-17-lukas","category-nt","category-port","category-predigten"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10115","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10115"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10115\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14081,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10115\/revisions\/14081"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8543"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10115"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10115"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10115"},{"taxonomy":"beitragende","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/beitragende?post=10115"},{"taxonomy":"predigtform","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtform?post=10115"},{"taxonomy":"predigtreihe","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtreihe?post=10115"},{"taxonomy":"bibelstelle","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/bibelstelle?post=10115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}