{"id":11206,"date":"2021-02-07T19:49:05","date_gmt":"2021-02-07T19:49:05","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=11206"},"modified":"2023-02-03T12:55:22","modified_gmt":"2023-02-03T11:55:22","slug":"romanos-8-14-17-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/romanos-8-14-17-2\/","title":{"rendered":"Romanos 8.14-17"},"content":{"rendered":"<div align=\"left\">\n<h3><strong>Domingo da Sant\u00edssima Trindade \u2013 11 de junho de 2006 <\/strong><br \/>\n<strong>S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 8.14-17 \u2013 Alex Marciano Schm\u00f6kel<\/strong><\/h3>\n<hr \/>\n<p><strong>Tema: Os Privil\u00e9gios dos Filhos de Deus <\/strong><\/p>\n<p>Que a gra\u00e7a do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunh\u00e3o do Esp\u00edrito Santo sejam com todos v\u00f3s neste momento em que queremos meditar na Sua Santa Palavra. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><strong> INTRODU\u00c7\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p>Sabemos pela Santa Palavra de nosso Deus, que n\u00e3o \u00e9 da Sua vontade que as pessoas se percam e pere\u00e7am em seus pecados. Isto est\u00e1 claramente registrado na Primeira Ep\u00edstola de Paulo a Tim\u00f3teo, no cap\u00edtulo dois, vers\u00edculo quatro. Bem como tamb\u00e9m no Evangelho que afirma: Deus enviou Seu Filho Jesus Cristo ao mundo n\u00e3o para julgar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele.<\/p>\n<p>E neste Domingo da Sant\u00edssima Trindade, queremos meditar um pouco nos privil\u00e9gios que n\u00f3s temos como filhos de Deus.<\/p>\n<p><strong> CONTEXTO <\/strong><\/p>\n<p>Se olharmos para todo o cap\u00edtulo 8 de Romanos, veremos que o ap\u00f3stolo Paulo vem descrevendo o contraste que h\u00e1 entre a carne e o Esp\u00edrito, a ponto de dizer no vers\u00edculo 8 <em>\u201cPortanto, os que est\u00e3o na carne n\u00e3o podem agradar a Deus\u201d<\/em> , ou seja, a carne, a natureza humana \u00e9 completamente inimiga de Deus.<\/p>\n<p>Por isso, aqueles que s\u00e3o guiados pelo Esp\u00edrito de Deus, desfrutam de certos privil\u00e9gios que Deus lhes concede, unicamente por Sua Divina Bondade, sem nenhum m\u00e9rito nosso.<\/p>\n<p>Se olharmos nas nossas B\u00edblias, o t\u00edtulo que vem sobre nosso texto j\u00e1 nos aponta esses privil\u00e9gios &#8211; Filhos e Herdeiros.<\/p>\n<p><strong> I &#8211; S\u00c3O GUIADOS PELO ESP\u00cdRITO <\/strong><\/p>\n<p>Nossa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 de seres humanos, crist\u00e3os pecadores, mas salvos e redimidos do pecado, pelo sangue de Cristo. A partir do momento em que fomos salvos e redimidos pelo sangue de Cristo, passamos a ser filhos de Deus, pois em n\u00f3s Deus colocou o Seu Esp\u00edrito para nos conduzir em Seus retos caminhos. Mas muitas vezes nossa condi\u00e7\u00e3o de pecadores n\u00e3o quer aceitar as coisas de Deus. A nossa natureza humana pecaminosa sempre est\u00e1 se inclinado para as coisas da carne e n\u00e3o para as do Esp\u00edrito. Assim acabamos sempre nos voltando para o esp\u00edrito de escravid\u00e3o, cf. o vers\u00edculo 15. E esta escravid\u00e3o \u00e9 a escravid\u00e3o do pecado, em que o homem, o ser humano, se ilude que pode fazer ou manter sua vida e liberdade tendo como refer\u00eancia somente a si mesmo e ao seu limitado poder, procurando seus pr\u00f3prios interesses e recusando a ajuda de Deus.<\/p>\n<p>Na sua Ep\u00edstola aos G\u00e1latas o ap\u00f3stolo Paulo enumera as coisas que a natureza humana, afastada de Deus, prefere e produz. Diz ele, que nossa natureza humana prefere e produz <em>\u201cimoralidade, impureza, a\u00e7\u00f5es indecentes, adora\u00e7\u00e3o de \u00eddolos, feiti\u00e7arias, inimizades, brigas, ci\u00fames, acesso de raiva, ambi\u00e7\u00e3o ego\u00edsta, desuni\u00e3o, invejas, bebedeiras, farras e outras coisas parecidas com essas\u201d.<\/em> E o ap\u00f3stolo tamb\u00e9m d\u00e1 uma palavra dura de alerta sobre estas coisas, dizendo: <em>\u201cos que fazem essas coisas n\u00e3o herdar\u00e3o o Reino de Deus\u201d<\/em> Gl 5.19-21.<\/p>\n<p>No vers\u00edculo 14 de nosso texto, o ap\u00f3stolo deixa claro que todos os que s\u00e3o guiados pelo Esp\u00edrito de Deus s\u00e3o filhos de Deus. Vemos aqui a \u00eanfase do ap\u00f3stolo na passividade do ser humano, ou seja, n\u00e3o \u00e9 o ser humano que se deixa guiar pelo Esp\u00edrito, mas \u00e9 o pr\u00f3prio Esp\u00edrito de Deus que guia o ser humano. Isto \u00e9 um privil\u00e9gio de um filho de Deus: ser guiado pelo Esp\u00edrito de Deus; pois as a\u00e7\u00f5es de um filho de Deus, guiado pelo Esp\u00edrito de Deus, ser\u00e3o <em>\u201camor, alegria, paz, paci\u00eancia, delicadeza, bondade, fidelidade, humildade e dom\u00ednio pr\u00f3prio\u201d<\/em>, conforme escreve o ap\u00f3stolo Paulo aos G\u00e1latas, no cap\u00edtulo 5, vers\u00edculos 22 e 23.<\/p>\n<p>Ser guiado pelo Esp\u00edrito de Deus, \u00e9 um privil\u00e9gio que somente n\u00f3s crist\u00e3os temos, ningu\u00e9m mais tem. Porque o Esp\u00edrito de Deus nos leva a pr\u00e1tica de a\u00e7\u00f5es crist\u00e3s em rela\u00e7\u00e3o ao nosso Deus, como a adora\u00e7\u00e3o \u00fanica e exclusiva do Deus Tri\u00fano &#8211; Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo. Leva-nos \u00e0 pr\u00e1tica do amor crist\u00e3o, para com nosso pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p><strong> II &#8211; S\u00c3O FILHOS DE DEUS <\/strong><\/p>\n<p>Os crist\u00e3os, al\u00e9m de terem o privil\u00e9gio de serem guiados pelo Esp\u00edrito de Deus, tamb\u00e9m t\u00eam o privil\u00e9gio de serem filhos de Deus.<\/p>\n<p>Sim! N\u00f3s crist\u00e3os, conforme nosso texto, fomos adotados por Deus, como Seus filhos. J\u00e1 no Salmo 27, o salmista Davi expressou esta paternidade de Deus para conosco, ao dizer as seguintes palavras: <em>\u201cPorque, se meu pai e minha m\u00e3e me desampararem, o SENHOR me acolher\u00e1\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Ser filho de Deus \u00e9 um grande privil\u00e9gio que n\u00f3s temos. E este privil\u00e9gio nos permite chamarmos nosso Deus de Pai. No vers\u00edculo 15 de nosso texto, temos a express\u00e3o final <em>\u201cAba, Pai\u201d.<\/em> Esta palavra <em>Aba<\/em> significa <em>pai<\/em> nas l\u00ednguas hebraica e aramaica. Martinho Lutero ao traduzir esta express\u00e3o para a l\u00edngua alem\u00e3, a traduziu assim: <em>\u201cAbba, lieber Vater\u201d (querido Pai).<\/em> Em muitos lares de nosso povo vemos as crian\u00e7as fazerem esta ora\u00e7\u00e3o <em>\u201cAbba, lieber Vater. Amen\u201d.<\/em> Com isto, Lutero quer enfatizar o aspecto de carinho, amor e ternura, com os quais n\u00f3s podemos nos achegar diante de Deus que \u00e9 o nosso Pai.<\/p>\n<p>Muitas vezes, olhamos para Deus como um velhinho de barbas brancas, severo e bravo, que nos deixa com muito medo. Tamb\u00e9m muitas vezes olhamos para as explica\u00e7\u00f5es de Lutero aos Mandamentos, quando diz: <em>\u201cDevemos temer e amar a Deus\u201d.<\/em> A palavra <em>temer<\/em> \u00e9 vista no sentido de ter medo, quando na verdade, o seu sentido \u00e9 ter respeito, respeitar. Se n\u00f3s, filhos de Deus, dever\u00edamos ter medo de Deus, n\u00e3o haveria nenhuma raz\u00e3o e sentido para estas palavras e esta autoriza\u00e7\u00e3o, de chamar nosso Deus de Pai, estar nas Escrituras Sagradas.<\/p>\n<p>N\u00f3s temos este privil\u00e9gio de nos dirigirmos ao nosso Deus, chamando-O de Pai. N\u00e3o \u00e9 assim que fazemos na ora\u00e7\u00e3o do Pai Nosso, que Jesus nos ensinou? Claro que sim.<\/p>\n<p>N\u00f3s somos filhos de Deus, porque Jesus Cristo nos comprou para Ele com Seu Santo e Precioso Sangue, como disse o ap\u00f3stolo Pedro, na sua primeira ep\u00edstola <em>\u201cV\u00f3s, por\u00e9m, sois ra\u00e7a eleita, sacerd\u00f3cio real, na\u00e7\u00e3o santa<strong>, povo de propriedade exclusiva de Deus<\/strong>, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz\u201d<\/em> 1Pe 2:9.<\/p>\n<p>S\u00e3o estas coisas que nos d\u00e3o o privil\u00e9gio de podermos chamar nosso Deus de Pai.<\/p>\n<p><strong> Esta nossa imagem que muitas vezes fazemos de Deus, como sendo um velhinho de barbas e muito severo, \u00e9 pura fantasia de nossa mente, pois Deus \u00e9 amor, diz Jo\u00e3o. <\/strong><\/p>\n<p><strong> III &#8211; S\u00c3O HERDEIROS DE DEUS E CO-HERDEIROS COM CRISTO <\/strong><\/p>\n<p>Outro privil\u00e9gio que nosso texto nos apresenta \u00e9 o privil\u00e9gio de que n\u00f3s que somos filhos de Deus temos uma heran\u00e7a, esta heran\u00e7a \u00e9 a vida eterna com Deus no c\u00e9u. Somos co-herdeiros com Cristo, ou seja, herdamos o c\u00e9u juntamente com Cristo.<\/p>\n<p>Que heran\u00e7a maravilhosa, Deus deixou para Seus filhos, a heran\u00e7a da vida eterna, juntamente com Cristo no c\u00e9u. N\u00e3o existe nada no mundo que se compara a esta maravilhosa heran\u00e7a, que somente n\u00f3s crist\u00e3os, guiados pelo Esp\u00edrito de Deus e Seus filhos, um dia poderemos experimentar, herdar.<\/p>\n<p>Este privil\u00e9gio de sermos herdeiros de Deus nos consola, nos anima, nos fortalece nos momentos de dor, sofrimento, afli\u00e7\u00e3o, pois a heran\u00e7a que nos est\u00e1 reservada no c\u00e9u, \u00e9 o que alimenta a nossa esperan\u00e7a em n\u00e3o precisarmos mais passar por todos estes sofrimentos.<\/p>\n<p>Martinho Lutero soube expressar isso muito bem na quarta estrofe do hino <em>Castelo Forte \u00e9 nosso Deus<\/em>, quando diz: <em>\u201cO Verbo Eterno ficar\u00e1, sabemos com certeza. E nada nos perturbar\u00e1 com Cristo por defesa. Se vierem roubar, os bens vida e o lar, que tudo se v\u00e1, proveito n\u00e3o lhes d\u00e1, o c\u00e9u \u00e9 nossa heran\u00e7a\u201d. <\/em><\/p>\n<p><strong> CONCLUS\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p><strong> Portanto, meus amados! <\/strong><\/p>\n<p>Podemos ver neste nosso texto a a\u00e7\u00e3o do Deus Tri\u00fano em nossas vidas. Temos tantos privil\u00e9gios que recebemos da parte de Deus, que t\u00eam um \u00fanico objetivo, nos conduzir \u00e0 vida eterna. Por isso o Esp\u00edrito de Deus est\u00e1 sempre nos guiando em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 vida eterna, dando-nos o privil\u00e9gio de podermos chamar nosso Deus de Pai e nos dando a heran\u00e7a da vida eterna.<\/p>\n<p>Permane\u00e7amos, pois na f\u00e9 em Cristo, deixando o Esp\u00edrito de Deus nos guiar, produzir suas obras em n\u00f3s, afastando-nos sempre das paix\u00f5es da nossa carne, da nossa natureza pecaminosa.<\/p>\n<p>Que Deus nosso Pai aben\u00e7oe estas palavras em nossos cora\u00e7\u00f5es, em nome e por amor de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p>E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardar\u00e1 o vosso cora\u00e7\u00e3o e a vossa mente em Cristo Jesus. Am\u00e9m.<\/p>\n<p><em> Soli Deo Gloria!<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong> Alex Marciano Schm\u00f6kel<br \/>\n<\/strong><strong>Vera Cruz \u2013 RS \u2013 Brasil<br \/>\n<\/strong><strong>Igreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil\u00a0\u00a0<\/strong><br \/>\n<a href=\"mailto:amschmokel@terra.com.br\"><strong>amschmokel@terra.com.br<\/strong><\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Domingo da Sant\u00edssima Trindade \u2013 11 de junho de 2006 S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 8.14-17 \u2013 Alex Marciano Schm\u00f6kel Tema: Os Privil\u00e9gios dos Filhos de Deus Que a gra\u00e7a do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunh\u00e3o do Esp\u00edrito Santo sejam com todos v\u00f3s neste momento em que queremos meditar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16237,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[41,727,120,853,108,447,3,112,109,126,1158],"tags":[],"beitragende":[],"predigtform":[],"predigtreihe":[],"bibelstelle":[],"class_list":["post-11206","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-roemer","category-archiv","category-bes_gelegenheiten","category-bibel","category-current","category-kapitel-08-chapter-08-roemer","category-nt","category-port","category-predigten","category-predigtreihen","category-serie-trienal-b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11206"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11206\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16413,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11206\/revisions\/16413"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16237"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11206"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11206"},{"taxonomy":"beitragende","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/beitragende?post=11206"},{"taxonomy":"predigtform","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtform?post=11206"},{"taxonomy":"predigtreihe","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtreihe?post=11206"},{"taxonomy":"bibelstelle","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/bibelstelle?post=11206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}