{"id":11400,"date":"2021-02-07T19:48:52","date_gmt":"2021-02-07T19:48:52","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=11400"},"modified":"2023-03-06T22:51:18","modified_gmt":"2023-03-06T21:51:18","slug":"marcos-10-2-16-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/marcos-10-2-16-3\/","title":{"rendered":"Marcos 10. 2-16"},"content":{"rendered":"<div align=\"left\">\n<h3><strong>VIG\u00c9SIMO DOMINGO AP\u00d3S PENTECOSTES \u2013 22 de Outubro de 2006<\/strong><br \/>\n<strong>S\u00e9rie Trienal B \u2013 Marcos 10. 2-16 \u2013 Jos\u00e9 Andr\u00e9 Schwanke<\/strong><\/h3>\n<hr \/>\n<p><em>2 Ent\u00e3o se aproximaram dele alguns fariseus e, para o experimentarem, lhe perguntaram: \u00c9 l\u00edcito ao homem repudiar sua mulher?<br \/>\n3 Ele, por\u00e9m, respondeu-lhes: Que vos ordenou Mois\u00e9s?<br \/>\n4 Replicaram eles: Mois\u00e9s permitiu escrever carta de div\u00f3rcio, e repudiar a mulher.<br \/>\n5 Disse-lhes Jesus: Pela dureza dos vossos cora\u00e7\u00f5es ele vos deixou escrito esse mandamento.<br \/>\n6 Mas desde o princ\u00edpio da cria\u00e7\u00e3o, Deus os fez homem e mulher.<br \/>\n7 Por isso deixar\u00e1 o homem a seu pai e a sua m\u00e3e, [e unir-se-\u00e1 \u00e0 sua mulher,]<br \/>\n8 e ser\u00e3o os dois uma s\u00f3 carne; assim j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais dois, mas uma s\u00f3 carne.<br \/>\n9 Porquanto o que Deus ajuntou, n\u00e3o o separe o homem.<br \/>\n10 Em casa os disc\u00edpulos interrogaram-no de novo sobre isso.<br \/>\n11 Ao que lhes respondeu: Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra comete adult\u00e9rio contra ela;<br \/>\n12 e se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adult\u00e9rio.<br \/>\n13 Ent\u00e3o lhe traziam algumas crian\u00e7as para que as tocasse; mas os disc\u00edpulos o repreenderam.<br \/>\n14 Jesus, por\u00e9m, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim as crian\u00e7as, e n\u00e3o as impe\u00e7ais, porque de tais \u00e9 o reino de Deus.<br \/>\n15 Em verdade vos digo que qualquer que n\u00e3o receber o reino de Deus como crian\u00e7a, de maneira nenhuma entrar\u00e1 nele.<br \/>\n16 E, tomando-as nos seus bra\u00e7os, as aben\u00e7oou, pondo as m\u00e3os sobre elas.<br \/>\n<\/em><\/p>\n<p align=\"center\"><strong> O ESTADO DO SANTO MATRIM\u00d4NIO <\/strong><\/p>\n<p>1 &#8211;\u00a0 Introdu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Recentemente chegou ao gabinete pastoral de uma de nossas congrega\u00e7\u00f5es um jovem casal. Ambos estavam sorridentes. O prop\u00f3sito deles era marcar a data e combinar com o pastor alguns detalhes da cerim\u00f4nia de seu casamento.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s as usuais perguntas preliminares, o casal, um tanto hesitante, pediu ao pastor se ele poderia assegurar-lhes o privil\u00e9gio de duas coisas. Uma delas vinha da perspectiva do noivo, e a outra, da parte da noiva.<\/p>\n<p>O noivo pediu que as palavras \u201c<em>at\u00e9 que a morte os separe<\/em>\u201d fossem omitidas da cerim\u00f4nia de casamento. A noiva pediu para que o pastor omitisse da cerim\u00f4nia a palavra \u201c<em>submissa<\/em>\u201d. Ah! Sim, eles j\u00e1 tinham dialogado profundamente sobre o assunto, e esse era o desejo de ambos. De acordo com a maneira de pensar deles, a omiss\u00e3o dessas palavras n\u00e3o iria comprometer a cont\u00ednua fidelidade de cada um, pois cada qual sentia que o amor de um para com o outro era o selo de garantia da uni\u00e3o deles.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de estarem convencidos que n\u00e3o havia uma causa justa para fazer tal promessa, eles ainda argumentaram que ningu\u00e9m poderia comprometer-se com uma promessa para a vida inteira.<\/p>\n<p>O pedido dos noivos estava baseado na id\u00e9ia humana de que se o casamento demanda o relacionamento de um perfeito companheirismo baseado no amor m\u00fatuo, ent\u00e3o n\u00e3o deveria incluir uma promessa de \u201cobedi\u00eancia\u201d como pr\u00e9-requisito do matrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>Qual n\u00e3o foi a surpresa do casal diante da forma decisiva com que o pastor envolvido na quest\u00e3o recusou-se, por raz\u00f5es de consci\u00eancia, a oficiar a cerim\u00f4nia do casamento deles.<\/p>\n<p>Exig\u00eancias ou pedidos como as desse casal, bem como perguntas como as que foram feitas a Jesus em nosso Evangelho pelos fariseus, demonstram um conceito completamente err\u00f4neo e denotam a leviandade com que a institui\u00e7\u00e3o do casamento e da fam\u00edlia \u00e9 tratada.<\/p>\n<p>2\u00a0&#8211;\u00a0 A divina institui\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Quando duas pessoas decidem que elas v\u00e3o casar-se, isto ainda n\u00e3o estabelece toda quest\u00e3o. Se o matrim\u00f4nio n\u00e3o envolvesse mais do que um mero relacionamento humano, sujeito tamb\u00e9m apenas a leis que atendem conveni\u00eancias, interesses e desejos humanos, ent\u00e3o, aquele pastor bem poderia ter realizado a cerim\u00f4nia de casamento daquele jovem casal.<\/p>\n<p>Embora estado civil, e pertencente \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o do Estado, o matrim\u00f4nio \u00e9 institui\u00e7\u00e3o divina e faz parte do plano original de Deus da cria\u00e7\u00e3o. A vontade de Deus com rela\u00e7\u00e3o ao matrim\u00f4nio est\u00e1 inscrita na pr\u00f3pria estrutura da humanidade: Deus criou os homens com a distin\u00e7\u00e3o dos sexos, como homem e mulher, destinando-os \u00e0 uni\u00e3o do amor. A distin\u00e7\u00e3o e a uni\u00e3o dos sexos \u00e9 o fundamento do matrim\u00f4nio como uni\u00e3o de amor indissol\u00favel, desejada e confirmada por Deus. Uni\u00e3o esta que os homens n\u00e3o t\u00eam o direito de desfazer ou modificar.<\/p>\n<p>Jesus, em nosso Evangelho, contrap\u00f5e a argumenta\u00e7\u00e3o dos fariseus a respeito do div\u00f3rcio com duas cita\u00e7\u00f5es da Escritura que expressam esta vontade de Deus da indissolubilidade do matrim\u00f4nio, \u201c<em>desde o princ\u00edpio<\/em>\u201d. Recebendo uma proposta para discutir o div\u00f3rcio (a exce\u00e7\u00e3o), Jesus se p\u00f5e a ensinar o que \u00e9 casamento segundo a vontade de Deus (a regra).<\/p>\n<p>3 &#8211;\u00a0 A divina concretiza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Deus, que \u201c<em>desde o princ\u00edpio<\/em>\u201d os fez homem e mulher, disse: \u201c<em>Por esta causa deixar\u00e1 o homem pai e m\u00e3e, e se une \u00e0 sua mulher, tornando-se os dois uma s\u00f3 carne<\/em>\u201d (Gn 2.24). Isso mostra que o matrim\u00f4nio constitui-se de um v\u00ednculo mais forte do que aquele que existe entre pais e filhos. Trata-se da uni\u00e3o de duas metades que se completam e, como que coladas, formam uma unidade completa.<\/p>\n<p>Mas, al\u00e9m do envolvimento e relacionamento humano existentes no \u201cdeixar pai e m\u00e3e\u201d e no \u201cunir-se \u00e0 sua mulher\u201d, \u00e9 preciso ver e levar-se em conta a presen\u00e7a e participa\u00e7\u00e3o divina no casamento. De acordo com a Palavra de Deus, Deus n\u00e3o apenas instituiu o santo matrim\u00f4nio, como tamb\u00e9m \u00e9 ele quem une homem e mulher neste estado. Sim, Deus concretiza o matrim\u00f4nio quando promove, secretamente, no cora\u00e7\u00e3o do casal, a livre obedi\u00eancia ao seu mandamento de aceita\u00e7\u00e3o m\u00fatua, com disposi\u00e7\u00e3o e convic\u00e7\u00e3o de manter-se fiel em amor.<\/p>\n<p>Esta verdade e fundamento s\u00e3o confirmados por nosso Senhor e Salvador, ao afirmar em nosso Evangelho: \u201c<em>O que Deus ajuntou n\u00e3o o separe o homem<\/em>\u201d (v. 9), estabelecendo, ao mesmo tempo, a vitalicidade do casamento. Apenas a morte pode separar o casal que por Deus foi unido nestes sagrados la\u00e7os!<\/p>\n<p>4 &#8211;\u00a0 Os prop\u00f3sitos divinos<\/p>\n<p>Segundo a vontade do Criador, o matrim\u00f4nio, esta uni\u00e3o que se concretiza plenamente no plano f\u00edsico, espiritual e emocional, tem prop\u00f3sitos bem claros e definidos:<\/p>\n<p>Um dos prop\u00f3sitos de Deus na institui\u00e7\u00e3o do matrim\u00f4nio \u00e9 o sadio companheirismo, pois ele pr\u00f3prio afirmou, ao criar o homem: \u201c<em>N\u00e3o \u00e9 bom que ele esteja s\u00f3<\/em>\u201d (Gn 2.18).<\/p>\n<p>Deus deseja a uni\u00e3o de homem e mulher em matrim\u00f4nio, n\u00e3o apenas para uma mera conviv\u00eancia sexual, mas para perpetuar por meio dela o seu amor e a sua provid\u00eancia para com os homens. \u00c9 nos la\u00e7os matrimoniais que Deus torna vis\u00edvel a n\u00f3s o seu amor paternal e protetor.<\/p>\n<p>Perpetuar a cria\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a humana \u2013 este \u00e9 outro prop\u00f3sito do matrim\u00f4nio institu\u00eddo por Deus: criar e educar responsavelmente filhos.<\/p>\n<p>Nesta santa institui\u00e7\u00e3o do Criador, o relacionamento entre homem e mulher, a princ\u00edpio, era perfeito. Acontecia em amor, harmonia, paz e felicidade.<\/p>\n<p>5 &#8211;\u00a0 O desvio do prop\u00f3soto divino<\/p>\n<p>Mas, j\u00e1 no in\u00edcio, a escolha do homem contra a perfeita cria\u00e7\u00e3o de Deus n\u00e3o s\u00f3 corrompeu a sua exist\u00eancia, mas afetou tamb\u00e9m o estado matrimonial, fazendo com que o prop\u00f3sito original de Deus em sua vida fosse perdido. O cora\u00e7\u00e3o humano tornara-se duro, inflex\u00edvel e resistente para todo prop\u00f3sito divino. Desde ent\u00e3o, por causa do pecado, que levou ao irremedi\u00e1vel \u201c<em>endurecimento do cora\u00e7\u00e3o\u201d<\/em>, marido e mulher tamb\u00e9m n\u00e3o vivem mais no estado de pureza e inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>O pecado se torna evidente, especialmente, nos relacionamentos quebrados entre as pessoas, nas fam\u00edlias, entre marido e mulher. O que Deus tinha destinado como uma uni\u00e3o de amor acaba, muitas vezes, terminando na desgra\u00e7a da separa\u00e7\u00e3o e do div\u00f3rcio.<\/p>\n<p>Hoje, diante do grande n\u00famero de separa\u00e7\u00f5es que acontecem (mais que uni\u00f5es), at\u00e9 parece que este \u00e9 o caminho normal da vida: casar para separar!<\/p>\n<p>Infelizmente, o conceito de casamento daquele jovem casal e dos fariseus nos dias de Cristo em nada difere da compreens\u00e3o adotada por muitos outros casais de hoje. Tamb\u00e9m em nossos dias \u00e9 grande a falta de compreens\u00e3o a respeito dos deveres de marido e mulher. E as conseq\u00fc\u00eancias est\u00e3o visivelmente diante de n\u00f3s: fam\u00edlias desintegradas, relacionamento de pais com os filhos rompidos, matrim\u00f4nios dilacerados, crian\u00e7as abandonadas, adolescentes marginalizados, viol\u00eancia nas ruas e lares aumentando&#8230;<\/p>\n<p>O que, na verdade, se constata \u00e9 que o matrim\u00f4nio est\u00e1 se constituindo uma institui\u00e7\u00e3o a perigo, o que nos leva a refor\u00e7ar aquilo que Jesus disse aos fariseus: \u201c<em>O que Deus ajuntou, n\u00e3o o separe o homem!<\/em>\u201d \u201c<em>Quem repudiar a sua mulher e casar com outra, comete adult\u00e9rio!<\/em>\u201d E o ap\u00f3stolo Paulo deixa claro (1 Co 6.9) que os ad\u00falteros n\u00e3o herdar\u00e3o o reino de Deus.<\/p>\n<p>O que devem fazer aqueles que fizeram do seu casamento uma aventura? Aqueles que entraram neste relacionamento de forma irrefletida e leviana, e nele se surpreenderam com uma rela\u00e7\u00e3o de mis\u00e9ria e desgra\u00e7a? Buscar a solu\u00e7\u00e3o dos problemas atrav\u00e9s da separa\u00e7\u00e3o e do div\u00f3rcio? \u00c9 o que os fariseus queriam, mas Jesus confirma a regra: o casamento. Casamento indissol\u00favel, enquanto ambos viverem.<\/p>\n<p>Jesus diz que o div\u00f3rcio foi permitido n\u00e3o por causa da incompatibilidade, da incompreens\u00e3o e falta de amor, mas, sim, pelo dom\u00ednio do pecado que chegou a ponto de n\u00e3o permitir a conviv\u00eancia com algu\u00e9m livremente escolhido e a quem se prometeu, perante Deus, de viver ao seu lado durante toda a vida.<\/p>\n<p>Sendo assim, o div\u00f3rcio \u00e9 pecado. Pecado que pode levar \u00e0 condena\u00e7\u00e3o eterna, se n\u00e3o houver arrependimento sincero.<\/p>\n<p>6 &#8211; A restaura\u00e7\u00e3o do prop\u00f3soto divino<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a Deus, por\u00e9m, em tempo, o Criador promete e restaura, em Cristo, as condi\u00e7\u00f5es para uma vida matrimonial e familiar condizente aos seus mais altos prop\u00f3sitos. Em Cristo, Deus restaura a integridade do homem e constr\u00f3i, outra vez, um relacionamento familiar, fortalecendo, pelo amor, principalmente os la\u00e7os do matrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea, que se deixou dominar pelo pecado, buscou como sa\u00edda o div\u00f3rcio, para evitar pecados maiores, como a destrui\u00e7\u00e3o m\u00fatua, saiba que, assim como todos os outros pecados, o div\u00f3rcio tamb\u00e9m \u00e9 perdoado por Deus quando confessado e solicitado o perd\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo em que se pede perd\u00e3o a Deus, deve-se perdoar e pedir perd\u00e3o para o ex-c\u00f4njuge. Mesmo estando separado fisicamente neste mundo, o \u201cex\u201d continua sendo meu pr\u00f3ximo, que merece o meu amor como irm\u00e3o\/irm\u00e3, ainda mais quando ambos forem membros da mesma igreja.<\/p>\n<p>Homem e mulher, mesmo imperfeitos, sim, pecadores, como disc\u00edpulos de Jesus, observam as prescri\u00e7\u00f5es do Mestre, e vivem do perd\u00e3o! Em todos os tipos de relacionamentos, mas principalmente no matrim\u00f4nio, deve reinar a compreens\u00e3o, o amor e o perd\u00e3o. Os erros devem ser perdoados e um deve amparar e ajudar ao outro para que possam viver juntos e serem felizes at\u00e9 que a morte os separe.<\/p>\n<p>Grande parte dos problemas da humanidade reside no fato de como as pessoas encaram o casamento.<\/p>\n<p>Homem e mulher, mesmo imperfeitos, sim, pecadores, como disc\u00edpulos de Jesus, seguem o Mestre; olham para a sua cruz; e, vivem do seu perd\u00e3o, perdoam os erros um do outro, amparam-se e ajudam-se mutuamente para que possam viver juntos e serem felizes at\u00e9 que a morte os separe.<\/p>\n<p>Que seja uma grande alegria para todos ao verem que a igreja e os pastores permanecem fi\u00e9is nos conceitos e preceitos de Deus. Queira Deus tamb\u00e9m, por seu amor e gra\u00e7a, conceder que cada crist\u00e3o, casado ou solteiro, honre este santo estado, colocando no seu cora\u00e7\u00e3o o desejo de mant\u00ea-lo santo, para que no momento em que Deus nos chamar e nos separar dos vivos, possamos participar das bodas de seu Filho na gl\u00f3ria celestial. Am\u00e9m.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Pastor Jos\u00e9 Andr\u00e9 Schwanke<br \/>\nIgreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil<br \/>\nErechim &#8211; RS \u2013 BRASIL<br \/>\n<\/strong><a href=\"mailto:jaschwanke@itake.net.br\"><strong> jaschwanke@itake.net.br<\/strong><\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>VIG\u00c9SIMO DOMINGO AP\u00d3S PENTECOSTES \u2013 22 de Outubro de 2006 S\u00e9rie Trienal B \u2013 Marcos 10. 2-16 \u2013 Jos\u00e9 Andr\u00e9 Schwanke 2 Ent\u00e3o se aproximaram dele alguns fariseus e, para o experimentarem, lhe perguntaram: \u00c9 l\u00edcito ao homem repudiar sua mulher? 3 Ele, por\u00e9m, respondeu-lhes: Que vos ordenou Mois\u00e9s? 4 Replicaram eles: Mois\u00e9s permitiu escrever [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15691,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[37,727,157,120,853,108,1339,734,3,112,109,126,1158],"tags":[],"beitragende":[],"predigtform":[],"predigtreihe":[],"bibelstelle":[],"class_list":["post-11400","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-markus","category-archiv","category-beitragende","category-bes_gelegenheiten","category-bibel","category-current","category-jose-andre-schwanke","category-kapitel-10-chapter-10-markus","category-nt","category-port","category-predigten","category-predigtreihen","category-serie-trienal-b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11400"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11400\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17257,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11400\/revisions\/17257"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15691"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11400"},{"taxonomy":"beitragende","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/beitragende?post=11400"},{"taxonomy":"predigtform","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtform?post=11400"},{"taxonomy":"predigtreihe","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtreihe?post=11400"},{"taxonomy":"bibelstelle","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/bibelstelle?post=11400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}