{"id":11406,"date":"2021-02-07T19:49:01","date_gmt":"2021-02-07T19:49:01","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=11406"},"modified":"2023-02-06T12:36:26","modified_gmt":"2023-02-06T11:36:26","slug":"romanos-3-19-28","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/romanos-3-19-28\/","title":{"rendered":"Romanos 3.19-28"},"content":{"rendered":"<div align=\"left\">\n<h3><strong>A Reforma Luterana \u2013 29\/31 de outubro de 2006<\/strong><br \/>\n<strong>S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 3.19-28 \u2013 Lindolfo Pieper<\/strong><\/h3>\n<p><strong>HIST\u00d3RIA DA REFORMA<\/strong><\/p>\n<p>Na nossa mensagem de hoje queremos falar sobre a Reforma, o grande acontecimento que despertou a aten\u00e7\u00e3o de todos no s\u00e9culo 16. A Reforma \u00e9, depois do advento do Cristianismo, o maior acontecimento da hist\u00f3ria. Partindo da religi\u00e3o, a Reforma deu um poderoso impulso a todo movimento progressista e tornou o protestantismo a for\u00e7a propulsora na hist\u00f3ria da civiliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong> 1. Os precursores da Reforma <\/strong><\/p>\n<p>Durante a Idade M\u00e9dia, muitas pessoas se levantaram contra os erros da igreja. S\u00e3o os assim chamados precursores da reforma. Mas o mundo n\u00e3o estava preparado para receb\u00ea-los, de modo que foram reprimidos com violentas persegui\u00e7\u00f5es, sendo na maioria queimados no fogo como hereges.<\/p>\n<p>Basicamente, esses movimentos se opunham contra a excessiva autoridade do papa, a supremacia da tradi\u00e7\u00e3o sobre as Escrituras, a imoralidade do clero (celibato), a adora\u00e7\u00e3o das imagens, a doutrina do purgat\u00f3rio e a nega\u00e7\u00e3o do c\u00e1lice aos leigos.<\/p>\n<p>O trabalho desses precursores serviu para pavimentar o caminho para a Reforma Protestante no s\u00e9culo 16, cujo grande l\u00edder foi o doutor Martinho Lutero.<\/p>\n<p><strong> 2. Causas da Reforma <\/strong><\/p>\n<p>Houve v\u00e1rios fatores que contribu\u00edram para que a Reforma acontecesse, como pol\u00edticos, econ\u00f4micos, intelectuais e religiosos.<\/p>\n<p>A igreja teve grande for\u00e7a pol\u00edtica na Idade M\u00e9dia, mas no final desse per\u00edodo come\u00e7ou a perder o seu prest\u00edgio. O papado perdeu credibilidade com o cisma do Ocidente, com a transfer\u00eancia da sua sede para Avignon, na Fran\u00e7a, e a influ\u00eancia do monarca franc\u00eas nas decis\u00f5es da igreja.<\/p>\n<p>Neste contexto surgiram personagens que atacaram a autoridade religiosa. Foram chamados de hereges e condenados \u00e0 fogueira, como Savanarola, Wicliff e Jo\u00e3o Huss.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo a igreja sofria uma grande crise interna. Os papas se preocupavam mais com as quest\u00f5es administrativas do que com a f\u00e9. Eles eram acusados de nepotismo e corrup\u00e7\u00e3o, de empregar parentes e de tirar dinheiro do povo para financiar obras de artes e campanhas militares. Papas como J\u00falio II e Le\u00e3o X tiveram uma excessiva preocupa\u00e7\u00e3o com quest\u00f5es materiais, favorecendo assim a corrup\u00e7\u00e3o reinante entre muitos sacerdotes.<\/p>\n<p>Os abusos cometidos por grande parte do clero foram outra causa da Reforma. As riquezas da igreja faziam com que homens, sem a verdadeira voca\u00e7\u00e3o religiosa, pensando apenas nos lucros, seguissem a carreira sacerdotal. Assim sendo, praticavam coisas censur\u00e1veis, como a venda de rel\u00edquias, o com\u00e9rcio de cargos, a simonia, a imoralidade e o abandono do celibato.<\/p>\n<p>A inven\u00e7\u00e3o da imprensa pelo cientista alem\u00e3o Johann Ganzfleisch von Gutenberg, em l455, favoreceu a difus\u00e3o da B\u00edblia, um livro que havia desaparecido na \u00e9poca.<\/p>\n<p>O movimento conhecido como Renascen\u00e7a despertou o interesse pela literatura cl\u00e1ssica, pelos idiomas grego, latim e hebraico, levando o povo a investigar os verdadeiros fundamentos da f\u00e9, independente dos dogmas da igreja.<\/p>\n<p>O esp\u00edrito cr\u00edtico dos humanistas fez com que muitos n\u00e3o aceitassem id\u00e9ias religiosas que n\u00e3o tivessem uma base literal nas Escrituras Sagradas.<\/p>\n<p>O Humanismo, um bra\u00e7o da Renascen\u00e7a, se espalhou rapidamente, formulando cr\u00edticas \u00e0 Igreja e exigindo reformas radicais. Este estado de esp\u00edrito preparou o terreno para as teses de Martinho Lutero.<\/p>\n<p>Por\u00e9m a causa determinante que levou Lutero a reformar a igreja foi espiritual: o desvio da igreja dos ensinamentos das Escrituras Sagradas, especialmente no que dizia a respeito \u00e0 salva\u00e7\u00e3o do homem. E o estopim foi a venda do perd\u00e3o dos pecados, ou a assim chamada Quest\u00e3o das Indulg\u00eancias<em>. <\/em><\/p>\n<p><strong> 3. Martinho Lutero <\/strong><\/p>\n<p>Lutero nasceu no dia 10 de novembro de 1483 em Eisleben, prov\u00edncia da Sax\u00f4nia, na Alemanha. Estudou em Mansfeld, Magdeburgo e mais tarde em Eisenach. Com 17 anos de idade ingressou na Universidade de Erfurt.<\/p>\n<p>Durante os estudos em Erfurt, Lutero come\u00e7ou a ter conflitos de consci\u00eancia, que constantemente o levavam a se perguntar: \u201cComo conseguirei a miseric\u00f3rdia de Deus?\u201d Regressando, certo dia, para casa, foi surpreendido por uma grande tempestade. Lutero refugiou-se na floresta. Subitamente um violento raio caiu perto dele, partindo uma \u00e1rvore pelo meio. Apavorado, Lutero prometeu se tornar monge, caso Deus lhe poupasse a vida.<\/p>\n<p>Lutero ingressou no mosteiro em 1505. Dois anos depois foi ordenado sacerdote. Em 1512 foi contratado para ser professor da universidade de Wittenberg, ocasi\u00e3o em que tamb\u00e9m recebeu o t\u00edtulo de doutor em teologia.<\/p>\n<p>Mesmo sendo professor universit\u00e1rio, Lutero continuou cuidando da sua par\u00f3quia em Wittenberg. \u00c0 medida que ia estudando a B\u00edblia, o Esp\u00edrito Santo foi lhe revelando o Evangelho.<\/p>\n<p>Certo dia, ao meditar no Salmo 22, depois em Romanos 1 e 3, reconheceu que a gra\u00e7a \u00e9 um presente de Deus. Jubiloso, exclamou: \u201cFiquei alegre. Abriu-se-me assim toda a Escritura Sagrada e o pr\u00f3prio c\u00e9u\u201d.<\/p>\n<p>Notou ent\u00e3o o quanto a igreja havia se afastado do Evangelho. A igreja do Castelo de Wittenberg, por exemplo, possu\u00eda 19 mil rel\u00edquias, colecionadas pelo eleitor Frederico o S\u00e1bio. Algumas delas eram supostamente peda\u00e7os de madeira da manjedoura de Jesus, espinhos da coroa da cruz de Cristo e uma pena da cauda do Esp\u00edrito Santo. Ensinava-se que o culto prestado em tais igrejas reduzia as penas no purgat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong> 4. Indulg\u00eancias <\/strong><\/p>\n<p>O papa Le\u00e3o X, amante das artes, queria terminar a constru\u00e7\u00e3o da bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro. Para angariar fundos, intensificou a venda das indulg\u00eancias.<\/p>\n<p>O dominicano Jo\u00e3o Tetzel foi o que mais se destacou na venda de indulg\u00eancias. Sua vinda a uma cidade era anunciada com uma grande pompa. Tetzel erguia um crucifixo na pra\u00e7a e pregava sobre os horrores do purgat\u00f3rio. Depois oferecia suas indulg\u00eancias, dizendo: \u201cT\u00e3o logo o dinheiro no cofre cair, a alma do purgat\u00f3rio ir\u00e1 sair\u201d.<\/p>\n<p>V\u00e1rios cl\u00e9rigos criticaram a atitude do papa em cobrar dinheiro pelo perd\u00e3o dos pecados. Entre estes estava Lutero, que divulgou 95 teses, atacando o com\u00e9rcio das indulg\u00eancias, afixando-as na porta da igreja de Wittenberg no dia 31 de outubro de 1517. Muitos intelectuais e religiosos aderiram \u00e0s proposi\u00e7\u00f5es de Lutero. A nobreza e o povo tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Em 1520 o papa expediu uma bula, amea\u00e7ando-o de excomunh\u00e3o caso n\u00e3o se retratasse. Lutero queimou a bula papal em pra\u00e7a p\u00fablica, proclamando ser a Sagrada Escritura a \u00fanica autoridade em quest\u00f5es de f\u00e9 e conduta crist\u00e3.<\/p>\n<p>Em 1521 Lutero foi intimado pelo imperador Carlos V a comparecer \u00e0 Dieta de Worms, a fim de se retratar. Lutero, por\u00e9m, n\u00e3o se retratou, fazendo na ocasi\u00e3o uma memor\u00e1vel declara\u00e7\u00e3o diante do imperador: \u201cA menos que eu seja convencido pelo testemunho das Sagradas Escrituras e por se achar presa a minha consci\u00eancia pela Palavra de Deus, n\u00e3o posso e nem quero me retratar de coisa alguma, porque n\u00e3o \u00e9 seguro e nem aconselh\u00e1vel proceder contra a consci\u00eancia. Aqui estou. Que Deus me ajude. Am\u00e9m\u201d.<\/p>\n<p>Por causa dessa sua atitude, Lutero teve que se refugiar no Castelo de Wartburg, onde traduziu a B\u00edblia para o alem\u00e3o moderno e escreveu v\u00e1rios outros livros.<\/p>\n<p>Devido \u00e0s quest\u00f5es pol\u00edticas, o imperador deixou Lutero trabalhar em paz por algum tempo. Mas em 1529 Carlos V resolveu convocar a Dieta de Espira, onde foi decidido tolerar o luteranismo apenas onde ele j\u00e1 estivesse implantado e impedir a sua propaga\u00e7\u00e3o para outros territ\u00f3rios. Os luteranos rebelaram-se contra essa decis\u00e3o, passando a partir da\u00ed a serem chamados de protestantes.<\/p>\n<p>Desejando restabelecer a unidade crist\u00e3 em seus dom\u00ednios, Carlos V convocou no ano de 1530 a Dieta de Augsburgo, solicitando aos luteranos que elaborassem por escrito a sua doutrina, a fim de se tentar uma reconcilia\u00e7\u00e3o com os cat\u00f3licos. Como Lutero estava proscrito, encarregou Filipe Melanchthon a executar essa tarefa. Melanchthon redigiu um documento contendo 28 artigos, o qual foi chamado de Confiss\u00e3o de Augsburgo, que \u00e9 ainda at\u00e9 hoje a confiss\u00e3o b\u00e1sica dos luteranos.<\/p>\n<p>N\u00e3o foi poss\u00edvel uma concilia\u00e7\u00e3o entre cat\u00f3licos e luteranos. Carlos V resolveu ent\u00e3o sufocar a rebeli\u00e3o com a utiliza\u00e7\u00e3o das armas. A guerra civil entre cat\u00f3licos e protestantes se estendeu durante 20 anos.<\/p>\n<p>Em 1555, por\u00e9m, com a assinatura do documento Paz de Augsburgo, os protestantes obtiveram a liberdade religiosa.<\/p>\n<p>A inquieta\u00e7\u00e3o religiosa n\u00e3o se limitou \u00e0 Alemanha. Em pouco tempo a Reforma se estendeu por toda a Europa. Quando Lutero morreu, em 1546, as suas id\u00e9ias haviam sido completamente difundidas em todo mundo.<\/p>\n<p><strong> 5. B\u00ean\u00e7\u00e3os da Reforma <\/strong><\/p>\n<p>Os ensinamentos de Lutero se baseiam em tr\u00eas grandes princ\u00edpios: a B\u00edblia \u00e9 a \u00fanica fonte da f\u00e9; a salva\u00e7\u00e3o se alcan\u00e7a apenas por meio da f\u00e9; somente pela gra\u00e7a de Deus \u00e9 poss\u00edvel se chegar \u00e0 f\u00e9.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Lutero reduziu os sacramentos, em n\u00famero de sete, para apenas dois: Batismo e Santa Ceia. Simplificou o culto, que passou a ser celebrado na l\u00edngua local e n\u00e3o mais em latim.<\/p>\n<p>Lutero decretou o fim da venera\u00e7\u00e3o aos santos. Em seu lugar prop\u00f4s a medita\u00e7\u00e3o e a leitura da B\u00edblia. Acabou tamb\u00e9m com a ociosidade dos monges, transformando os mosteiros em escolas.<\/p>\n<p>Com o fim da hierarquia eclesi\u00e1stica, os sacerdotes se tornaram iguais aos demais fi\u00e9is, restando-lhes apenas o papel de guias espirituais.<\/p>\n<p>Outras b\u00ean\u00e7\u00e3os da Reforma foram: a liberdade de pensamento, o livre exame das Escrituras e o reconhecimento do valor do indiv\u00edduo, do trabalho e da fam\u00edlia.<\/p>\n<p><strong> 6. Luteranismo <\/strong><\/p>\n<p>Muitos pa\u00edses aderiram ao movimento iniciado por Lutero, como a Alemanha, a Finl\u00e2ndia, a Su\u00e9cia, a Noruega, a Dinamarca, a Bo\u00eamia, a Mor\u00e1via, a Inglaterra, a Esc\u00f3cia, a Holanda, a Su\u00ed\u00e7a e, em parte, a Fran\u00e7a, a \u00c1ustria e a Hungria.<\/p>\n<p>A Reforma provocou tamb\u00e9m uma reforma na Igreja Cat\u00f3lica. O Conc\u00edlio de Trento procurou p\u00f4r ordem na casa. Muitos admitem que, provocando a Contra-Reforma, Lutero tenha salvado a pr\u00f3pria Igreja Cat\u00f3lica.<\/p>\n<p>Em virtude da Reforma, surgiu na Europa uma nova ordem social caracterizada pelo pluralismo confessional, respeito \u00e0 consci\u00eancia, \u00e9tica, desenvolvimento social e progresso cient\u00edfico.<\/p>\n<p>Lutero, ao reformar a igreja, n\u00e3o tinha a inten\u00e7\u00e3o de fundar uma nova igreja. Sua preocupa\u00e7\u00e3o era unicamente chamar a aten\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes religiosos para os erros doutrin\u00e1rios que eles vinham cometendo e reformar internamente a igreja. Queria uma igreja como tinha sido nos tempos b\u00edblicos, voltada \u00e0 B\u00edblia, fundamentada sobre Cristo, pregando o amor e perdoando ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Mesmo n\u00e3o querendo dividir a igreja, isso acabou acontecendo. Os l\u00edderes religiosos da \u00e9poca, em vez de admitir os erros da igreja, julgaram que Lutero era um falso mestre e o excomungaram da igreja. Fora da pr\u00f3pria igreja, Lutero s\u00f3 viu uma maneira de continuar com a Reforma: criar uma nova comunidade religiosa.<\/p>\n<p>Hoje, a Igreja Luterana encontra-se espalhada pelos cinco continentes da terra. Espalhou-se pela Europa, caminhou para os Estados Unidos e mais tarde para outros pa\u00edses, chegando \u00e0 Am\u00e9rica Latina e ao Brasil no final do s\u00e9culo dezoito.<\/p>\n<p>A principal caracter\u00edstica da Igreja Luterana \u00e9 a fidelidade \u00e0 B\u00edblia e a prega\u00e7\u00e3o cristoc\u00eantrica. A Igreja Luterana confessa e ensina que a B\u00edblia Sagrada \u00e9 a clara, pura e infal\u00edvel palavra de Deus; e que Cristo \u00e9 o \u00fanico caminho para se chegar a Deus, que s\u00f3 mediante a f\u00e9 em Cristo \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar o c\u00e9u.<\/p>\n<p>Sejamos gratos a Deus por pertencermos a Igreja Luterana e havermos herdade esse t\u00e3o valioso legado, que s\u00e3o os ensinos do Reformador, doutor Martinho Lutero, baseados nestes tr\u00eas grandes princ\u00edpios: a B\u00edblia \u00e9 a \u00fanica fonte da f\u00e9; a salva\u00e7\u00e3o se alcan\u00e7a apenas mediante a f\u00e9; s\u00f3 pela gra\u00e7a de Deus \u00e9 poss\u00edvel se chegar \u00e0 f\u00e9.<\/p>\n<p class=\"Stil5\"><strong>Lindolfo Pieper <\/strong><br \/>\n<strong>Jaru \u2013 RO \u2013 Brasil <\/strong><br \/>\n<strong>Igreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil<\/strong><br \/>\n<strong><a href=\"mailto:piperlin@uol.com.br\">piperlin@uol.com.br; pieperlin@bol.com.br<br \/>\n<\/a><a href=\"http:\/\/www.ielb.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> www.ielb.org.br<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Reforma Luterana \u2013 29\/31 de outubro de 2006 S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 3.19-28 \u2013 Lindolfo Pieper HIST\u00d3RIA DA REFORMA Na nossa mensagem de hoje queremos falar sobre a Reforma, o grande acontecimento que despertou a aten\u00e7\u00e3o de todos no s\u00e9culo 16. 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