{"id":11415,"date":"2021-02-07T19:48:55","date_gmt":"2021-02-07T19:48:55","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=11415"},"modified":"2023-02-09T17:46:39","modified_gmt":"2023-02-09T16:46:39","slug":"romanos-3-19-28-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/romanos-3-19-28-2\/","title":{"rendered":"Romanos 3.19-28"},"content":{"rendered":"<div align=\"left\">\n<h3><strong>Comemora\u00e7\u00e3o da Reforma Luterana \u2013 29\/31 de Outubro de 2006<\/strong><br \/>\n<strong>S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 3.19-28 \u2013 Horst R. Kuchenbecker<\/strong><\/h3>\n<hr \/>\n<p><strong>Texto das Santas Escrituras: Romanos 3.19-28 <\/strong><\/p>\n<p><strong> Introdu\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Com grande alegria, nos reunimos hoje na casa de Deus <strong>para celebrar<\/strong> a festa da Reforma Luterana. Somos gratos a Deus pela restaura\u00e7\u00e3o da verdade e por ter-nos preservado esta verdade.<\/p>\n<p><strong> As b\u00ean\u00e7\u00e3os da Reforma s\u00e3o muitas<\/strong> , tais como a reposi\u00e7\u00e3o da B\u00edblia como \u00fanico fundamento e autoridade na igreja, a distin\u00e7\u00e3o entre lei e evangelho, a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o do pecador somente por gra\u00e7a pela f\u00e9, a liberdade crist\u00e3, a doutrina do minist\u00e9rio e do sacerd\u00f3cio universal de todos os fi\u00e9is, a separa\u00e7\u00e3o entre igreja e estado. Mas, entre todas estas,<\/p>\n<p><strong> a b\u00ean\u00e7\u00e3o principal \u00e9 a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o do pecador pela gra\u00e7a de Cristo.<\/strong><\/p>\n<p>A doutrina com a qual a igreja permanece de p\u00e9 ou cai. Ao agradecermos a Deus por esta b\u00ean\u00e7\u00e3o, queremos, ao mesmo tempo, reafirmar nosso compromisso com esta verdade b\u00edblica. E, por mais que desejamos e buscamos a unidade com outras igrejas crist\u00e3s, n\u00e3o podemos abrir m\u00e3o destas verdades, ou deixar de distinguir o suficiente entre f\u00e9 e amor.<\/p>\n<p>Vejamos em que consistiu a b\u00ean\u00e7\u00e3o central da Reforma Luterana, a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o do pecador pela gra\u00e7a de Cristo, que recebemos pela f\u00e9.<\/p>\n<p><strong>I &#8211; Terror de Consci\u00eancia <\/strong><\/p>\n<p>Em primeiro lugar queremos compreender o que \u00e9 o <em>\u201cterror de consci\u00eancia\u201d. <\/em><\/p>\n<p>Lutero foi um jovem que <strong>recebeu educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3<\/strong>. Conhecia o Deus tri\u00fano, os mandamentos de Deus, Jesus, o Filho de Deus e Salvador. Ele pr\u00f3prio ansiava pela salva\u00e7\u00e3o e pela paz com Deus.<\/p>\n<p>Ele foi um <strong>menino de bom comportamento<\/strong>. Quando esteve na Universidade estudando jurisprud\u00eancia, aprofundou-se no conhecimento da lei. Isto o levou a uma melhor compreens\u00e3o do tema justi\u00e7a, especialmente da justi\u00e7a de Deus.<\/p>\n<p>At\u00e9 aqui, ele aprendera que pelo batismo, <strong>Deus derrama o amor de Cristo<\/strong> nos cora\u00e7\u00f5es, pelo qual recebemos o perd\u00e3o dos pecados, renascemos e nos tornamos filhos de Deus. E como <strong>novas criaturas<\/strong>, devemos viver uma vida santa, <strong>pois somos salvos pela f\u00e9 na gra\u00e7a e pelas obras de amor.<\/strong><\/p>\n<p><strong><em> Aqui come\u00e7aram os problemas<\/em><\/strong> . Aqui estava escondido o erro de uma m\u00e1 interpreta\u00e7\u00e3o da Escritura. A igreja ensinava que somos salvos pela f\u00e9 e pelas obras. A gra\u00e7a faz o in\u00edcio e pelas boas obras completamos a salva\u00e7\u00e3o. A pessoa que chegou \u00e0 f\u00e9, deve trabalhar com este amor de Cristo derramado no cora\u00e7\u00e3o. E <strong>por esta gra\u00e7a infusa<\/strong> viver uma vida santificada e merecer o c\u00e9u.<\/p>\n<p>Lutero tomou isto muito a s\u00e9rio e <strong>lutou para viver uma vida santa, mas n\u00e3o conseguiu<\/strong>. Ele perguntou a igreja: Que mais preciso fazer para ser santo? <strong>Esfor\u00e7a-te,<\/strong> ora, jejua, luta. Em v\u00e3o. Ent\u00e3o a igreja lhe disse, se queres ter plena certeza, precisas entra no mosteiro e fazer o voto de pobreza e de castidade. Desesperado, Lutero <strong>entrou no mosteiro<\/strong>. Fez tudo o que lhe fora prescrito, mas n\u00e3o conseguiu a perfei\u00e7\u00e3o, nem a paz. Pelo contr\u00e1rio, quanto mais lutava, <strong>tanto maior foi seu terror de consci\u00eancia<\/strong>. O prior, o presidente, do mosteiro, lhe disse: &#8211;<em> Lutero, voc\u00ea deve amar a Deus e crer no perd\u00e3o! Lutero respondeu: &#8211; Como posso amar a Deus que me julga, que exige, amea\u00e7a e condena? Eu o odeio! N\u00e3o posso amar nem crer num Deus que me condena! &#8211; O prior lhe respondeu: Mas voc\u00ea deve amar a Deus! &#8211; Eu n\u00e3o posso, respondeu Lutero<strong>. <\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong> Esta \u00e9 a quest\u00e3o: N\u00e3o podemos temer, amar e confiar em Deus que, pela lei, exige perfei\u00e7\u00e3o absoluta, amea\u00e7a e condena a menor transgress\u00e3o.<\/strong> Lutero estava certo. A vis\u00e3o que ele tinha de Deus estava correta. Ele se esfor\u00e7ava por cumprir a lei. E quem est\u00e1 debaixo da lei, est\u00e1 condenado. Pois a lei provoca a ira e mata. Lutero n\u00e3o conhecia a miseric\u00f3rdia de Deus. E achava que Deus s\u00f3 lhe ser\u00e1 misericordioso, quando ele cumprisse a lei. Da\u00ed a sua angustiada pergunta: <strong>Como conseguirei um Deus misericordioso?<\/strong><\/p>\n<p>O prior do mosteiro, vendo sua ang\u00fastia e como se martirizava, recomendou a Lutero que fosse estudar na universidade. Tentou mant\u00ea-lo ocupado. Na Universidade Lutero, j\u00e1 padre, encontrou a B\u00edblia e passou a l\u00ea-la avidamente. Nos primeiros estudos, o seu terror de consci\u00eancia aumentou. Palavras como estas: <strong><em>\u201cOra, sabemos que tudo o que a lei diz, aos que vivem na lei o diz, para que se cale toda boca, e todo o mundo seja culp\u00e1vel perante Deus, visto que ningu\u00e9m ser\u00e1 justificado diante ele por obras da lei, em raz\u00e3o de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado\u201d (v.19). <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Hoje isto nos parece um tema estranho. \u201cTerror de consci\u00eancia!\u201d Isto porque n\u00e3o conhecemos mais a lei de Deus, o santo e justo Deus, o poder da ira de Deus. Fala-se levianamente de Deus. Deus \u00e9 amor, como se ele n\u00e3o castigasse ningu\u00e9m, antes tivesse a obriga\u00e7\u00e3o de perdoar tudo. Por isso n\u00e3o se compreende a verdadeira miseric\u00f3rdia de Deus.<\/p>\n<p>Nossa raz\u00e3o, ao ouvir a lei de Deus que condena todos, protesta e afirma: Deus n\u00e3o pode fazer isto! Ele n\u00e3o pode condenar as pessoas que se esfor\u00e7am por levar uma vida digna, que procuram cumprir com seus deveres familiares, sociais e na igreja, e igual\u00e1-los aos pecadores marginais, com bandidos, meretrizes e vagabundos. Isto seria injusto. Isto parece muito plaus\u00edvel \u00e0 nossa raz\u00e3o. Mas o que Deus diz a isto? Ele afirma: <strong><em>\u201cN\u00e3o h\u00e1 justo, nem sequer um\u201d.<\/em><\/strong> Todos s\u00e3o culpados diante de Deus, e pelas obras da lei n\u00e3o h\u00e1 salva\u00e7\u00e3o, para ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Proteste o homem como quiser, ele est\u00e1 debaixo da lei que o condena. S\u00f3 em Cristo h\u00e1 salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>II &#8211; \u201cMas, agora, sem lei, se manifestou a justi\u00e7a de Deus &#8230; sendo justificados gratuitamente, por sua gra\u00e7a, mediante a reden\u00e7\u00e3o que h\u00e1 em Cristo Jesus &#8230; para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem f\u00e9 em Jesus. Conclu\u00edmos, pois, que o homem \u00e9 justificado pela f\u00e9, independentemente das obras da lei\u201d. <\/strong><\/p>\n<p><strong> \u201cJustificado\u201d,<\/strong> isto \u00e9, declarado justo, declarado sem pecado. E isto n\u00e3o por justi\u00e7a pr\u00f3pria, mas por justi\u00e7a alheia. N\u00e3o por nosso merecimento, porque n\u00f3s nos arrependemos, porque cremos, porque renascemos, porque temos o prop\u00f3sito de corrigir a nossa vida, porque mudamos de vida. <strong>N\u00e3o, nada disto.<\/strong> Simplesmente porque Cristo, o eterno Filho de Deus, o \u201cCordeiro de Deus,\u201d veio ao mundo, humilhou-se, nascendo da virgem Maria, tornou-se nosso irm\u00e3o na carne, cumpriu a lei de Deus perfeitamente em nosso lugar, pagou nossa culpa <strong>e nos conquistou completo e suficiente perd\u00e3o, a salva\u00e7\u00e3o.<\/strong> Agora a lei n\u00e3o pode requerer mais nada daquele que est\u00e1 em Cristo pela f\u00e9. Cristo salvou a humanidade. A B\u00edblia afirma:<\/p>\n<p><strong><em> \u201cDeus amou o mundo e deu seu Filho unig\u00eanito para que to que nele cr\u00ea n\u00e3o pere\u00e7a\u201d <\/em><\/strong> (Jo\u00e3o 3.16). E: <strong><em>\u201cDeus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo\u201d 2.Cor\u00edntios <\/em><\/strong>(5.19). Reconciliar \u00e9 conciliar as contas. Ele conciliou nossas contas e \u201c<strong><em>nos confiou a palavra da reconcilia\u00e7\u00e3o. Deixai vos reconciliar com Deus\u201d.<\/em><\/strong> E toda pessoa que reconhece seus pecados e confia na gra\u00e7a de Cristo, nesta gra\u00e7a alheia, tem perd\u00e3o, vida e eterna salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quando Lutero descobriu esta verdade e o seu significado, ele ficou radiante. O evangelho n\u00e3o anula a lei. Mas Lutero reconheceu o amor de Deus. O amor incondicional. O amor do qual ele ouvira falar, mas que lhe fora apresentado erradamente, condicionalmente. <strong>Agora Lutero reconheceu o amor incondicional<\/strong>. <strong>Somos salvos, inteiramente, do come\u00e7o ao fim,<\/strong><strong>somente pela gra\u00e7a.<\/strong> Deus fez tudo. Nada, nada mais precisa ser feito por n\u00f3s. \u00c9 um presente de Deus. Somos justificados unicamente pela f\u00e9 na gra\u00e7a de Cristo.<\/p>\n<p><strong> A f\u00e9, em si, n\u00e3o justifica,<\/strong> a f\u00e9 em si n\u00e3o nos torna dignos diante de Deus, a f\u00e9 n\u00e3o nos torna merecedores da gra\u00e7a, mas a f\u00e9 se apega, \u00e0 gra\u00e7a de Cristo, isto \u00e9, a sua justifica\u00e7\u00e3o. A f\u00e9 nos justifica, nos d\u00e1 o perd\u00e3o, <strong>n\u00e3o pelo que ela \u00e9<\/strong>,<strong> mas ao que se apega, \u00e0 gra\u00e7a<\/strong>. A f\u00e9 confia, mesmo que tudo na volta pare\u00e7a destoar com o que a palavra de Deus afirma. A f\u00e9 confia na palavra, como Abra\u00e3o, que creu e isto lhe foi imputado como justi\u00e7a.<\/p>\n<p>E a isto mais duas observa\u00e7\u00f5es. <strong>A f\u00e9 \u2013 n\u00e3o \u00e9 simples conhecimento!<\/strong> Por vezes as pessoas pensam: Jesus salvou todos. Que boa not\u00edcia. Eu n\u00e3o o sabia, agora que ouvi o evangelho, eu o sei. Quem bom! e cada um continua em seus pecados. N\u00e3o! Lutero afirmou, depois que ele reconheceu a gra\u00e7a, que ele se tornou bem outra pessoa. A f\u00e9 liberta da morte para a vida, da escravid\u00e3o de Satan\u00e1s para a fam\u00edlia de Deus. A f\u00e9 nos faz renascer. Somos novas criaturas.<\/p>\n<p>A f\u00e9 \u00e9 vida que Deus d\u00e1 a uma pessoa. E como vida, precisa ser alimentada diariamente. Muitos que se tornaram crist\u00e3os, e jubilaram na gra\u00e7a, de repente se distanciam, novamente, dos meios da gra\u00e7a, da palavra e dos sacramentos, dos cultos, da comunh\u00e3o com os irm\u00e3os, do trabalho da congrega\u00e7\u00e3o, dizendo: Somos salvos por gra\u00e7a sem as obras da lei. A estes Lutero advertiu e disse:<\/p>\n<p><strong> A f\u00e9 sem as obras \u00e9 morta. \u00c9 verdade que somos salvos pela f\u00e9, sem as obras da lei; mas a f\u00e9 necessariamente produz boas obras, porque a f\u00e9 sem obras \u00e9 morta. <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 verdade que somos salvos unicamente pelo que Cristo fez por n\u00f3s, n\u00e3o pelo que eu fa\u00e7o por Cristo. \u00c9 verdade que somos salvos pelo que Cristo fez \u201cpor n\u00f3s\u201d na cruz e n\u00e3o pelo que Cristo faz \u201cem n\u00f3s\u201d pelo seu Esp\u00edrito Santo. Somos salvos unicamente pela gra\u00e7a de Cristo e n\u00e3o por gra\u00e7a e obras, <strong>ou f\u00e9 e amor.<\/strong> Isto \u00e9, na hora do consolo, s\u00f3 devo olhar no Cristo fora de mim, para a gra\u00e7a alheia, e n\u00e3o no Cristo em mim. Somos salvos unicamente por gra\u00e7a pela f\u00e9 e n\u00e3o por f\u00e9 e amor.<\/p>\n<p>Precisamos distinguir isto claramente, em caso contr\u00e1rio n\u00e3o teremos paz, nem certeza do perd\u00e3o e da vida eterna. Esta diferen\u00e7a parece t\u00e3o pequena e t\u00e3o diminuta que muitos julgam: N\u00e3o vale a pena discutir ou brigar por isso. Mas esta diferen\u00e7a <strong>\u00e9 como um carril de desvio dos trilhos de trem<\/strong>. A diferen\u00e7a inicial \u00e9 bem pequena, mas, mudado o carril, os trilhos levam a dire\u00e7\u00f5es e a lugares diferentes. Por isso, na doutrina da justifica\u00e7\u00e3o pela gra\u00e7a, n\u00e3o podemos permitir nenhum desvio.<strong> \u00c9 a doutrina pela qual a igreja permanece de p\u00e9 ou cai<\/strong>. Somos salvos unicamente por gra\u00e7a. Na justifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o entra o amor. Mas por outro, a f\u00e9 produz frutos do amor. Somos salvos somente por gra\u00e7a pela f\u00e9, sem as obras da lei. Mas a f\u00e9 necessariamente produz boas obras. Isto n\u00e3o \u00e9 um simples trocadilho, mas uma verdade que precisa ser mantida. Quem erra nisto, perde a paz e o consolo.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a consola\u00e7\u00e3o da B\u00edblia. Esta consola\u00e7\u00e3o permanece em todos os momentos de nossa vida, at\u00e9 o \u00faltimo passo, na morte, diante do ju\u00edzo de Deus. A gra\u00e7a de Cristo \u00e9 o manto da \u201cjusti\u00e7a de Cristo\u201d pelo qual subsistiremos diante do tribunal de Deus.<\/p>\n<p>Assim Lutero, como todos os crist\u00e3os, se consolaram e se consolam. E, ao mesmo tempo, zelam com todas as for\u00e7as de sua alma por vida santificada, n\u00e3o para obterem a justifica\u00e7\u00e3o, mas por terem sido consolados com a gra\u00e7a.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a b\u00ean\u00e7\u00e3o da Reforma Luterana, o presente que Deus nos deu e preservou at\u00e9 os nossos dias. Por esta b\u00ean\u00e7\u00e3o agradecemos a Deus e o louvamos. Para conserv\u00e1-la queremos permanecer apegados \u00e0 palavra de Deus, a B\u00edblia, e nossas Confiss\u00f5es. \u00c9 um dever de todos, n\u00e3o s\u00f3 dos pastores, mas de todos os membros, ler e reler as Confiss\u00f5es, para que ningu\u00e9m nos roube este tesouro. E ao mesmo tempo confessar esta verdade destemida e corajosamente diante de quem quer que seja, como o fizeram nossos pais. Am\u00e9m.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Horst R. Kuchenbecker<br \/>\n<\/strong><strong>S\u00e3o Leopoldo \u2013 RS \u2013 Brasil<br \/>\n<\/strong><strong>Igreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil<br \/>\n<\/strong><strong><a href=\"mailto:horstrk@cpovo.net\">horstrk@cpovo.net<br \/>\n<\/a><\/strong><strong><a href=\"http:\/\/www.ielb.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.ielb.org.br<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comemora\u00e7\u00e3o da Reforma Luterana \u2013 29\/31 de Outubro de 2006 S\u00e9rie Trienal B \u2013 Romanos 3.19-28 \u2013 Horst R. Kuchenbecker Texto das Santas Escrituras: Romanos 3.19-28 Introdu\u00e7\u00e3o Com grande alegria, nos reunimos hoje na casa de Deus para celebrar a festa da Reforma Luterana. Somos gratos a Deus pela restaura\u00e7\u00e3o da verdade e por ter-nos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3303,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[41,727,157,120,853,108,494,917,3,112,109,126,1158],"tags":[],"beitragende":[],"predigtform":[],"predigtreihe":[],"bibelstelle":[],"class_list":["post-11415","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-roemer","category-archiv","category-beitragende","category-bes_gelegenheiten","category-bibel","category-current","category-horst-r-kuchenbecker","category-kapitel-03-chapter-03-roemer","category-nt","category-port","category-predigten","category-predigtreihen","category-serie-trienal-b"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11415","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11415"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11415\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16927,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11415\/revisions\/16927"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3303"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11415"},{"taxonomy":"beitragende","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/beitragende?post=11415"},{"taxonomy":"predigtform","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtform?post=11415"},{"taxonomy":"predigtreihe","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtreihe?post=11415"},{"taxonomy":"bibelstelle","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/bibelstelle?post=11415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}