{"id":11630,"date":"2006-12-07T19:48:47","date_gmt":"2006-12-07T18:48:47","guid":{"rendered":"https:\/\/theologie.whp.uzh.ch\/apps\/gpi\/?p=11630"},"modified":"2025-04-09T09:09:16","modified_gmt":"2025-04-09T07:09:16","slug":"lucas-2-1-20-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/lucas-2-1-20-4\/","title":{"rendered":"Lucas 2,1-20"},"content":{"rendered":"<h3 align=\"left\"><strong>Natal | 25 de dezembro de 2006 | <\/strong><strong>Lucas 2,1-20 | Horst R. Kuchenbecker |<\/strong><\/h3>\n<div align=\"left\">\n<p><strong>Texto: Lucas 2.1-14<em> &#8211; DEUS REVELA O SEU AMOR EM CRISTO<\/em><\/strong><strong>Introdu\u00e7\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Natal. As manchetes de jornais e revistas revelam o que as pessoas pensam sobre o Natal: Festas, presentes, encontros da fam\u00edlia, novas esperan\u00e7as de entendimento da humanidade, prosperidade, e muita felicidade. Palavras bonitas, esperan\u00e7as materiais. Ser\u00e1 essa a esperan\u00e7a natalina? O que Jesus, cujo nascimento celebramos no Natal, veio trazer \u00e0 humanidade? Os anjos o proclamam com muita clareza:<\/p>\n<p><strong><em> Hoje vos nasceu o Salvador, que \u00e9 Cristo o Senhor. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>E o ap\u00f3stolo Paulo escreve (Tito 2.11):<br \/>\n<strong><em>A gra\u00e7a de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Para entender realmente o que aconteceu neste maravilhoso dia, precisamos contemplar o Natal \u00e0 luz da Palavra de Deus. Ent\u00e3o veremos que neste dia Deus revelou seu indiz\u00edvel amor \u00e0 humanidade, dando-nos o seu unig\u00eanito Filho, como Salvador.<\/p>\n<p>Que Deus Esp\u00edrito Santo nos guie e nos ilumine ao meditarmos sobre este amor de Deus revelado em Cristo. Para isso queremos contemplar:<br \/>\n1) Os preparativos empreendidos por Deus.<br \/>\n2) O mist\u00e9rio da encarna\u00e7\u00e3o de Cristo.<br \/>\n3) A b\u00ean\u00e7\u00e3o de Natal.<\/p>\n<p><strong><em>1. Os preparativos empreendidos por Deus<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O nascimento de Jesus Cristo foi algo extraordin\u00e1rio. Deus planejou este nascimento deste a eternidade. O ap\u00f3stolo Paulo afirma(Ef\u00e9sios 1.4): <strong><em>Ele nos escolheu antes da funda\u00e7\u00e3o do mundo. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Vejam bem, a Trindade planejou a salva\u00e7\u00e3o da humanidade antes da funda\u00e7\u00e3o do mundo. Em sua onisci\u00eancia, Deus previu que os homens desobedeceriam, pecariam. Em profundo amor, planejou, j\u00e1 na eternidade, salvar a humanidade. Deus julgou ser este o melhor caminho. Cristo \u00e9 o ponto central de toda a hist\u00f3ria da humanidade. Todas as a\u00e7\u00f5es na hist\u00f3ria, pequenas e grandes, t\u00eam em Cristo sua raz\u00e3o. Quem n\u00e3o l\u00ea a hist\u00f3ria deste ponto de vista \u2013 n\u00e3o a entende!<\/p>\n<p>Deus preparou cada passo desta salva\u00e7\u00e3o cuidadosamente. Ele anunciou a salva\u00e7\u00e3o a Ad\u00e3o e Eva e a muitos patriarcas. Ele precisou mover c\u00e9us e terra na luta contra a incredulidade e cumprir sua promessa. Quando a incredulidade dominou o mundo, ele a castigou com o Dil\u00favio e preservou No\u00e9. Quando a humanidade se tornou orgulhosa, Deus a castigou com a confus\u00e3o das l\u00ednguas, no epis\u00f3dio da torre de Babel; e pouco depois Ele escolheu Abra\u00e3o e formou o povo de Israel. Este povo deveria ser povo exclusivo de Deus, para proclamar a salva\u00e7\u00e3o de Deus ao mundo. Mas que trabalho Deus teve com o povo de Israel, sua incredulidade e obstina\u00e7\u00e3o. Pacientemente Deus procurou educ\u00e1-los, castigando, perdoando e edificando. Deste povo nasceria o Salvador. E finalmente anuncia pelo profeta Ageu (2.6-8):<\/p>\n<p><strong><em> Ainda uma vez, dentro em pouco, farei abalar o c\u00e9u, a terra, o mar e a terra seca, farei abalar todas as na\u00e7\u00f5es e encherei de gl\u00f3ria esta casa, diz o Senhor dos Ex\u00e9rcitos<\/em><\/strong> .<\/p>\n<p>Isto aconteceu quando o imperador C\u00e9sar Augusto publicou o decreto do recenseamento. Lemos no evangelho de Lucas (2.1): <strong><em>Naqueles dias foi publicado um decreto de C\u00e9sar Augusto. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Todos os povos da terra foram sacudidos por este decreto. O pr\u00f3prio imperador, provavelmente, n\u00e3o sabia que Deus o estava dirigindo, para que se cumprisse a Escritura, isto \u00e9, a profecia de que Jesus nasceria na cidade de Davi, em Bel\u00e9m. O decreto obrigou tamb\u00e9m Maria e Jos\u00e9 a subirem para Bel\u00e9m. O ap\u00f3stolo Paulo escreve(G\u00e1latas 4.4):<\/p>\n<p><strong><em> Vindo a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei para resgatar os que estavam debaixo da lei. <\/em><\/strong> E mais uma vez o templo em Jerusal\u00e9m, a casa de Deus e a terra da Palestina se encheram da gl\u00f3ria de Deus, como os anjos o anunciaram no dia de Natal.<\/p>\n<p>Sim, ao longo dos quatro mil anos de hist\u00f3ria da humanidade, Deus tinha uma s\u00f3 coisa em mente: a salva\u00e7\u00e3o da humanidade pelo nascimento de Cristo. <strong><em>Muitos reis e profetas antigos desejavam ver este dia <\/em><\/strong>(Mateus 13.17). Mas quando Jesus veio, a grande maioria n\u00e3o o recebeu, uns porque n\u00e3o conheciam as Escrituras, outros porque, cegados por seus desejos carnais, interpretaram mal as profecias. Mas felizes aqueles a quem o bra\u00e7o do Senhor foi manifestado, como aos pastores nos campos de Bel\u00e9m, aos reis magos e muitos outros humildes na Jud\u00e9ia, como o profeta Sime\u00e3o, a profetiza Ana e muitos outros. Estes juntaram suas vozes ao louvor dos anjos e, em profunda humildade adoraram a Deus, dizendo com os anjos:<\/p>\n<p><strong><em> Gl\u00f3ria a Deus nas maiores alturas e paz aos homens, a quem Deus quer bem. <\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>2. O milagre da humana\u00e7\u00e3o de Cristo<\/em><\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 aqui observamos os preparativos, vamos agora aproximar-nos da manjedoura e contemplar, \u00e0 luz da Palavra de Deus, o mist\u00e9rio da encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quem \u00e9 o menino que est\u00e1 nos bra\u00e7os de Maria? Quem olha para o menino, v\u00ea uma crian\u00e7a como todas as outras, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a. N\u00e3o h\u00e1 nenhum sinal na manjedoura, nem anjos, nem um brilho especial ou algo diferente que indicasse: Aqui, na humilde manjedoura, nos bra\u00e7os de Maria est\u00e1 uma crian\u00e7a diferente, o pr\u00f3prio Filho de Deus. Jamais algu\u00e9m poderia adivinhar ou saber que ali estava o Filho de Deus, se os anjos n\u00e3o tivessem anunciado aos pastores nos campos de Bel\u00e9m<strong><em>: Hoje vos nasceu o Salvador, o qual \u00e9 Cristo, o Senhor.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ali estava o Filho de Deus, o qual todos os anjos e arcanjos adoram com rostos cobertos; diante de quem os esp\u00edritos maus estremecem e em cujas m\u00e3os est\u00e1 o universo.<\/p>\n<p>Ali estava Jesus, a luz eterna, diante da qual a maior luz terrena \u00e9 escurid\u00e3o. Ele, que habita em luz inacess\u00edvel, vem em pessoa ao mundo, que jaz nas trevas do pecado e na sombra da morte.<\/p>\n<p>Ali estava o Senhor dos senhores, que c\u00e9us e terra n\u00e3o podem abarcar, que tem a terra como estrado de seus p\u00e9s; ele desce em profunda humilha\u00e7\u00e3o para viver em pobreza e andar no p\u00f3 da terra.<\/p>\n<p>Ali estava o Cordeiro de Deus, o \u00fanico que pode inscrever ou apagar nomes no livro da vida, e permitir que seu nome seja registrado no livro da vida eterna.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o grande milagre: <strong><em>Deus revelou-se na carne.<\/em><\/strong> Deus revelou-se ao contr\u00e1rio do que muitos esperavam. Ele n\u00e3o veio em gl\u00f3ria, mas em humildade. Ele se ocultou sob profunda humilha\u00e7\u00e3o. Quem pode compreender o mist\u00e9rio da encarna\u00e7\u00e3o de Cristo? S\u00f3 ali onde Deus o revela a uma pessoa, essa o pode crer.<\/p>\n<p>Por isso Jesus disse ao ap\u00f3stolo Pedro que confessou sua f\u00e9: <strong><em>N\u00e3o foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que est\u00e1 nos c\u00e9us <\/em><\/strong>(Mateus 16.17). E o ap\u00f3stolo Jo\u00e3o escreve a respeito daqueles que cr\u00eaem: <strong><em>Estes (<\/em><\/strong>que cr\u00eaem) <strong><em>n\u00e3o nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus <\/em><\/strong>(Jo\u00e3o 1.13). Anjos ficaram extasiados diante do que viram e ouviram e exclamam: <strong><em>Gl\u00f3ria a Deus nas maiores alturas.<\/em><\/strong> O que s\u00e3o todos os milagres que Deus fez e realizou em compara\u00e7\u00e3o com este milagre da encarna\u00e7\u00e3o de Cristo, o Filho de Deus, que pelo nascimento na virgem Maria tornou-se nosso irm\u00e3o na carne, mas sem pecado!<\/p>\n<p>Que idioma teria palavras suficientes para expressar e descrever este milagre? No Credo Atanasiano nossos pais tentaram resumir os principais fatos a respeito da humana\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo, e confessaram:<\/p>\n<p><strong><em> \u00c9 necess\u00e1rio para a salva\u00e7\u00e3o eterna crer tamb\u00e9m fielmente na humana\u00e7\u00e3o de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta \u00e9, portanto, a f\u00e9 verdadeira: crermos e confessarmos que nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, \u00e9 Deus e Homem da subst\u00e2ncia de sua m\u00e3e, nascido no tempo; Deus perfeito e Homem perfeito, subsistindo em alma racional e carne humana; igual ao Pai segundo a divindade e menor do que o Pai segundo a sua humanidade. E n\u00e3o obstante ser Deus e Homem, nem por isso s\u00e3o dois, mas \u00e9 um \u00fanico Cristo. Um s\u00f3, n\u00e3o pela transforma\u00e7\u00e3o da divindade em humanidade, mas mediante a recep\u00e7\u00e3o da humanidade na divindade. \u00c9, de fato, um s\u00f3, n\u00e3o pela fus\u00e3o das duas subst\u00e2ncias, mas pela unidade de pessoa; portanto, assim como corpo e alma racional constituem um \u00fanico homem, Deus e Homem \u00e9 um \u00fanico Cristo. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Como o confessamos tamb\u00e9m no Credo Niceno: <strong><em>Cremos em Jesus Cristo, Filho unig\u00eanito de Deus, nascido do Pai antes de todos os mundos, Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus, gerado, n\u00e3o criado, de uma s\u00f3 subst\u00e2ncia com o Pai, por quem todas as coisas foram feitas. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Ao contempl\u00e1-lo, s\u00f3 podemos prostrar-nos e adorar o nosso Deus que nos amou em Cristo, seu unig\u00eanito Filho.<\/p>\n<p><strong><em>3. Qual a b\u00ean\u00e7\u00e3o do Natal?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Este milagre n\u00e3o tem um fim em si mesmo. Jesus veio ao mundo para salvar o que estava perdido.<\/p>\n<p>Quando algu\u00e9m faz um grande sacrif\u00edcio e investe altos valores em alguma coisa, ele visa um fim proveitoso. Que sacrif\u00edcio poderia ser maior ou mais precioso do que este de Deus sacrif\u00edcar o seu pr\u00f3prio Filho em favor daqueles que pecaram e eram seus inimigos?<\/p>\n<p>O que Deus queria alcan\u00e7ar com isto? Os anjos o expressam: <strong><em>Gl\u00f3ria a Deus nas maiores alturas e paz na terra aos homens, a quem Deus quer bem. <\/em><\/strong>Deus abriu seu cora\u00e7\u00e3o \u00e0 humanidade e revelou seu grande amor. O pr\u00f3prio Jesus afirma:<\/p>\n<p><strong><em> Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unig\u00eanito, par que todo o que nele cr\u00ea n\u00e3o pere\u00e7a mas tenha a vida eterna\u201d <\/em><\/strong> (Jo\u00e3o 3.16). O ap\u00f3stolo Paulo escreve: <strong><em>Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, n\u00e3o imputando aos homens as suas transgress\u00f5es <\/em><\/strong>( 2. Cor\u00edntios 5.19).<\/p>\n<p>Por isso podemos cantar alegres: <strong><em>Deus tem amado, o mundo inteiro, Deus tem amado, tamb\u00e9m a mim. Torno a dizer: Deus tem amado, Deus tem amado, tamb\u00e9m a mim.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Mas por que Jesus teve que humilhar-se t\u00e3o profundamente? Este era o \u00fanico caminho determinado por Deus para salvar a humanidade.<\/p>\n<p>Deus \u00e9 santo e justo. Ele havia ordenado: <strong><em>De toda a \u00e1rvore do jardim comer\u00e1s livremente, mas da \u00e1rvore do conhecimento do bem e do mal n\u00e3o comer\u00e1s; porque no dia em que dela comeres, certamente morrer\u00e1s <\/em><\/strong>(G\u00eanesis 2.16,17). Isto n\u00e3o s\u00e3o simplesmente palavras para amedrontar, mas palavras reais. O profeta Ezequiel escreveu (18.20): <strong><em>A alma que pecar, essa morrer\u00e1. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Deus n\u00e3o poderia voltar atr\u00e1s. A lei precisou ser cumprida e executada. Os homens desobedeceram. Toda a humanidade estava condenada ao inferno, sem esperan\u00e7as e sem salva\u00e7\u00e3o. Foi Deus, que em seu infinito amor, encontrou um caminho para salvar a humanidade. O unig\u00eanito Filho de Deus precisou sair de sua gl\u00f3ria, humilhar-se t\u00e3o profundamente; vir ao mundo e, como substituto de toda a humanidade, cumprir a lei; pagar por nossos pecados para nos libertar das m\u00e3os de nossos inimigos: pecado, morte e satan\u00e1s. Por sua paix\u00e3o e morte reconciliou a humanidade com Deus Pai.<\/p>\n<p>Agora Deus oferece esta salva\u00e7\u00e3o gratuitamente a todos. E quem, arrependido de seus pecados, confia na gra\u00e7a de Cristo, tem o que as palavras lhe oferecem, d\u00e3o e selam: perd\u00e3o, vida e eterna salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso os anjos anunciam alegremente. <strong><em>N\u00e3o temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o ser\u00e1 para todo o povo: \u00e9 que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que \u00e9 Cristo, o Senhor <\/em><\/strong>(Lucas 2.10,11). Jesus nasceu na mais humilde estrebaria, para que ningu\u00e9m precisasse temer ou pensar: Para mim ele n\u00e3o nasceu. E a palavra \u201cv\u00f3s anuncio\u201d inclui todos. Ningu\u00e9m est\u00e1 exclu\u00eddo.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a grande mensagem natalina: Hoje vos nasceu o Salvador, que \u00e9 Cristo o Senhor. Ele nos salvou do pecado, da morte e da eterna condena\u00e7\u00e3o.<strong><em> Para que os que vivem n\u00e3o vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou <\/em><\/strong>(2. Cor\u00edntios 5.15). Por isso estamos contentes e jubilamos.<\/p>\n<p><strong><em>Conclus\u00e3o <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Que not\u00edcia, que alegria. Fomos salvos. Temos salva\u00e7\u00e3o. Isto nos faz jubilar neste Natal. Queremos cr\u00ea-lo. E quando surgirem d\u00favidas, vendo ainda tantas injusti\u00e7as, tanta mis\u00e9ria, e mesmo quando voc\u00ea sofre injusti\u00e7as, doen\u00e7as, pobreza, dificuldades de toda ordem, e teu cora\u00e7\u00e3o disser: \u201cAcho que Deus n\u00e3o existe, Deus n\u00e3o me ama, est\u00e1 tudo perdido\u201d \u2013 n\u00e3o olhe para o que voc\u00ea v\u00ea ou sente em seu derredor. Jesus n\u00e3o veio reformar este mundo, nem nos prometeu o c\u00e9u na terra. Ele veio salvar o que estava perdido.<\/p>\n<p>Por isso, olhe para a palavra dos anjos: <strong><em>N\u00e3o temais, eis que vos trago boa nova de grande alegria. \u00c9 que hoje voas nasceu o Salvador que \u00e9 Cristo Senhor.<\/em><\/strong> E ent\u00e3o entoe com os anjos: <strong><em>Gl\u00f3ria a Deus nas maiores alturas. Paz na terra aos homens, a quem ele quer bem. <\/em><\/strong><\/p>\n<p>Este amor nos consola dia ap\u00f3s dia e nos d\u00e1 for\u00e7a para amarmos a Deus. Cristo torna-se o centro de nossa vida, nossa grande paix\u00e3o. A ele queremos ouvir, seguir e confessar; para ele queremos viver e labutar, cada qual ali onde Deus nos coloca, para sermos verdadeiramente \u201cNatal Luz\u201d o ano inteiro para aqueles que ainda andam nas trevas do pecado. Que Deus nos fortale\u00e7a nesta f\u00e9. Feliz Natal! Am\u00e9m.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Horst R. Kuchenbecker<br \/>\n<\/strong><strong>S\u00e3o Leopoldo \u2013 RS \u2013 Brasil<br \/>\n<\/strong><strong>Igreja Evang\u00e9lica Luterana do Brasil<br \/>\n<\/strong><strong><a href=\"mailto:horstrk@cpovo.net\">horstrk@cpovo.net<br \/>\n<\/a><\/strong><strong><a href=\"http:\/\/www.ielb.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.ielb.org.br<\/a><\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Natal | 25 de dezembro de 2006 | Lucas 2,1-20 | Horst R. Kuchenbecker | Texto: Lucas 2.1-14 &#8211; DEUS REVELA O SEU AMOR EM CRISTOIntrodu\u00e7\u00e3o Natal. As manchetes de jornais e revistas revelam o que as pessoas pensam sobre o Natal: Festas, presentes, encontros da fam\u00edlia, novas esperan\u00e7as de entendimento da humanidade, prosperidade, e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16508,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[38,727,157,120,853,543,108,494,636,349,3,112,109,126,1351],"tags":[],"beitragende":[],"predigtform":[],"predigtreihe":[],"bibelstelle":[],"class_list":["post-11630","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-lukas","category-archiv","category-beitragende","category-bes_gelegenheiten","category-bibel","category-christfest-i","category-current","category-horst-r-kuchenbecker","category-kapitel-02-chapter-02-lukas","category-kasus","category-nt","category-port","category-predigten","category-predigtreihen","category-serie-trienal-c"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11630","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11630"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11630\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22548,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11630\/revisions\/22548"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16508"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11630"},{"taxonomy":"beitragende","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/beitragende?post=11630"},{"taxonomy":"predigtform","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtform?post=11630"},{"taxonomy":"predigtreihe","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/predigtreihe?post=11630"},{"taxonomy":"bibelstelle","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.theologie.uzh.ch\/apps\/gpi\/wp-json\/wp\/v2\/bibelstelle?post=11630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}